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Mostrando postagens com o rótulo Construção Civil

Tijolo ecológico é 50% mais resistente e conquista mercado

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Mesmo sendo 20% mais caros que os concorrentes que não são nem um pouco ecológicos, os tijolos sustentáveis acabam sendo mais resistentes e, por isso, caíram no gosto dos construtores brasileiros A Eco-Máquinas, de Campo Grande (MS), fabrica tijolos, blocos e pisos ecológicos. A produção é limpa e utiliza como matéria-prima uma mistura de ferro, cimento e resíduos de construção triturados. Inaugurada em 1997 pelo casal de empresários Luclécio e Marilucy Festa, seus produtos conquistaram o mercado nacional e países da África e da América do Sul. A produção contava apenas com uma máquina, o que rendia um faturamento de R$ 40 mil por mês. "Tínhamos certeza de que nossa visão estava certa. A sustentabilidade era o nosso futuro", apostou. Luclécio conta que a empresa contribui para o meio ambiente, pois o tijolo ecológico evita o corte de árvores. "Para produzir o tijolo convencional de adobe é preciso queimar argila e alimentar fornos de madeira. Não tem como não des...

Castelão é apontado como estádio mais poluente de 2014; CE discorda

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Estado rebate estudo como 'superficial' e que 'não traduz a realidade' Um estudo divulgado pela consultoria Personal CO2 Zero indicou que o Castelão é o estádio da Copa do Mundo de 2014 que mais emitirá poluentes à atmosfera. Dentre todos os estádios que receberão jogos do torneio a arena cearense emitirá 197,98 tCO2e (toneladas de CO2 equivalente, medida global para calcular a emissão de gases de efeito estufa) durante as partidas. Mas o governo do Ceará discorda  e acusa o estudo de ser "superficial". O principal critério para se chegar a este número foi a área construída dos estádios, o número de partidas disputadas durante o Mundial e o ciclo de vida últi de cada arena - calculado em 30 anos. Além do Castelão, a Arena das Dunas, em Natal (153,18 tCO2e) e o Mané Garrincha, em Brasília (139,24 tCO2e), apresentaram altos índices de emissão de dióxido de carbono. Para a consultoria, o estádio mais sustentável durante o evento é a Arena Pantanal, em Cuia...

País com maior impacto ambiental, Qatar investe em sustentabilidade para sobreviver

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O Qatar, um país com 11 mil km2 (um pouco maior do que a Grande São Paulo) situado na Península Arábica, possui uma das maiores reservas de petróleo e gás natural do mundo. Por isso, foi eleito o país com maior pegada ecológica pela WWF, em relatório divulgado no final de maio. Apesar de ter estoques de gás liquefeito para os próximos 200 anos, o Qatar investe hoje em sustentabilidade para garantir sua sobrevivência após o esgotamento dos combustíveis fósseis. A pegada ecológica mede o impacto do país no ambiente, dividido pelo número de habitantes. A população do Qatar é de 1,6 milhão (um pouco mais do que a Grande Campinas). Então, ao se fazer a conta, a pegada do país vai às alturas. Além de usar este argumento, as autoridades do país ainda se defendem de serem taxados como "grandes poluidores" ao afirmar que a população de nativos é de cerca de 300 mil pessoas e que os consumidores dos combustíveis é que deveriam ser responsabilizados por seu dano ao ambiente. Japão e...

Nova York aprova lei que incentiva a construção de edifícios verdes

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Novas ações pretendem diminuir as emissões de CO2 em 30% até 2030 Uma nova lei anunciada em Nova York deve incentivar a construção de prédios mais sustentáveis. A partir de agora, esses prédios podem ultrapassar limites de tamanho máximo de cada região para instalar sistemas de energia sustentável ou de tratamento de resíduos. Os limites de tamanho máximo de uma construção eram empecilhos para a adoção desses sistemas que, por ocupar espaço, diminuíam o espaço aproveitável da construção. Além beneficia também prédios já prontos, que podem começar a instalar novos sistemas sustentáveis. A nova lei faz parte de um projeto chamado Zone Green, que pretende incentivar uma melhoria ecológica dos edifícios da cidade. Essa e outras leis pretendem reduzir as emissões de CO2 em 30% até 2030, além de fazer a cidade poupar cerca de R$ 30,3 milhões. Fonte: Atitude Sustentável #construcoessustentaveis

Casa sustentável da USP aproveita água da chuva e tem banheiro seco

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Cerca de 40 estudantes da USP estão construindo uma casa sustentável, que só consome a energia que ela própria produz. A casa, batizada pelos alunos de Ekó House, tem painéis solares, sistema de aproveitamento da água da chuva, um aerogel nas paredes que funciona como isolante térmico e banheiro seco (que não usa água na descarga e sim a compostagem). Só no vaso sanitário, a economia de água gira em torno de 150 litros por mês. Até ficar pronto, o projeto, que está 80% concluído, terá consumido R$ 1,5 milhão. O dinheiro veio de empresas. A principal financiadora da ideia é a Eletrobras. "É caro, mas a casa funciona como laboratório de pesquisa sobre construção e desenvolvimento sustentável", diz a arquiteta e mestranda Bruna Mayer de Souza, que participa do projeto. De acordo com ela, a ideia é que a casa fique exposta em junho na USP, com tudo funcionando. "Vai dar para lavar louça e roupa", conta. Depois disso, a casa segue para Madri, onde partic...

10 manutenções para deixar a casa mais sustentável

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Pequenas ações aumentam a eficiência no uso de água e energia Pequenas ações inseridas na rotina de manutenção da casa podem ajudar o ambiente a ser mais eficiente e sustentável. Veja as dicas abaixo: 1.  Faça a manutenção correta de encanamentos e vazamentos, evitando o desperdício de água. Uma gotinha pingando na torneira pode desperdiçar muita água. Se você precisar esperar para fazer a manutenção, tente pelo menos recolher essa água e utilizar para outro fim. 2.  Verifique a vedação de portas e janelas de sua casa. Pequenas correntes de ar podem deixar o ambiente mais frio no inverno, necessitando de mais aparelhos para aquecimento. O teste pode ser feito com uma vela em um dia de vento. Basta se aproximar de frestas e ver se a chama treme ou apaga. Esses locais precisam de vedação extra. Para isso, você pode usar silicone ou outros materiais disponíveis em lojas de construção. 3.  Verifique também a vedação da porta da geladeira. Quando fu...

Especulação imobiliária engole última área verde de BH

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Vista de um dos pontos mais altos da cidade, a última área verde de Belo Horizonte esbanja grandeza. São 10 milhões de metros quadrados, o equivalente a área de quase 88 estádios do Maracanã, repletos de nascentes e mata nativa preservada no interior da sexta maior cidade do Brasil. Espaço suficiente para a instalação até mesmo de uma comunidade quilombola em meio à metrópole. É neste lugar que será erguido  um novo bairro, cercado por parques. Uma espécie de Alphaville mineira, em referência ao bairro de alto padrão no subúrbio da Grande São Paulo – embora o projeto reserve 10% das cerca de 70 mil habitações a serem construídas no local ao programa do governo federal  Minha Casa Minha Vida, focado nas classes menos abastadas. Apesar de o empreendimento estar em terrenos privados, a prefeitura criou o arcabouço jurídico para permitir sua construção por meio da Operação Urbana do Isidoro. O projeto, de autoria do prefeito Márcio Lacerda (PSB), foi aprovado por unanimidade...

Notícias da Rio+100: aposto que o clima muda antes de nós

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Os principais jornais do mundo têm uma coluna relembrando fatos passados: há 50 anos, há 100 anos… Há algum tempo, com a ajuda de amigos, fiz um exercício inverso, de futurologia: daqui a 80 anos, quando estaremos – provavelmente – nos reunindo de novo, em uma nova conferência sobre desenvolvimento sustentável, para ver o que deu errado no meio do caminho (isso, é claro, se os maias não estiverem certos…) Algumas são mais verossíveis, outras nem tanto. Mas se alguém dissesse, há 80 anos, que nossa geração seria responsável por jogar o planeta no vaso sanitário e dar a descarga, quem acreditaria? O clima do planeta está mudando. Podemos até minimizar os impactos, mas a vida não será mais a mesma. Não dá para prever exatamente como será a realidade de nossos filhos e netos e mesmo daqueles entre nós que ainda estarão vivos neste novo mundo do final do século. O que é possível prever, certamente, é que vão culpar a nós pelo que fizemos e o que deixamos de fazer, pelo nosso consumismo...

Parque Barigui, em Curitiba, terá parede verde

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Sistema implantado será o WallGreen, da empresa ThermoGreen O maior parque de Curitiba, o Parque Barigui, está passando por um processo de revitalização. Na reforma, será construído um novo Centro de Eventos, com mais de 5 mil metros quadrados. A previsão é que as obras estejam concluídas até o julho de 2012. Para respeitar as características do parque, o novo centro conta com várias características sustentáveis, como aproveitamento da água da chuva, pontos de ventilação e iluminação naturais e paredes de vidro ou com vegetação vertical, fazendo com que o ambiente seja mais integrado à parte externa. O sistema de jardim vertical escolhido é o WallGreen, da empresa ThermoGreen. Serão 1500 metros quadrados de parede verde, com cerca de 14.700 plantas. Veja mais sobre a ThermoGreen aqui . Fonte: Atitude Sustentável

Com atrativo ambiental e econômico, sobe busca de 'selo verde' em prédios

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'Green buildings' reduzem custos operacionais e colaboram com a natureza. Busca por selo quase dobrou em 2011 e previsão é crescer mais neste ano. Entre 2010 e 2011, a procura pela certificação "verde" de edifícios quase dobrou no Brasil, e a expectativa é continuar crescendo em 2012. A busca é por colaborar com o meio ambiente e, de quebra, reduzir custos operacionais e melhorar a imagem das empresas – o "carimbo" garante que um empreendimento adota medidas sustentáveis e ecologicamente corretas tanto na obra como no dia a dia. O cenário aponta para um comportamento raro, quando os interesses econômicos se unem aos ambientais. Isso porque, apesar de o custo da construção ser de 1% a 7% mais caro, em média, a valorização estimada na revenda é de 10% a 20%, além de o investimento proporcionar até 30% de redução no valor do condomínio e diminuição média de 9% no custo de operação durante toda a vida útil, de acordo o Green Building Council Brasil (GBC...

Projeto de escola sustentável nos EUA

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Sustentabilidade está presente do projeto de construção e na grade curricular A escola Muse, em Calabasas, na Califórnia (EUA) foi reconstruída pela empresa da construção Ecovations e mostra como sistemas sustentáveis podem ser usados em larga escala. A escola foi feita onde antes ficava um clube, e todo material da infraestrutura anterior foi reutilizado para a nova estrutura. A construção foi feita para usar de maneira eficiente a luz solar dentro das salas de aula. Ainda, foram instaladas placas de captação de energia solar. Além disso, os móveis escolhidos foram feitos reutilizando materiais, principalmente madeira. Durante o processo de construção, várias medidas foram usadas para manter a emissão de carbono baixa e a pegada ecológica pequena, seguindo padrão do certificação Living Building Challenge. Mas a preocupação ambiental não está apenas na infraestrutura, fazendo parte também na grade curricular e das atividades geradas com os alunos. Por isso, o espaço con...

Britânicos projetam 'casa anfíbia' à prova de enchentes

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Autoridades britânicas autorizaram a construção daquela que seria a primeira "casa anfíbia" do país, projetada para ser imune a inundações. De acordo com os arquitetos responsáveis pelo projeto, a casa será apoiada em fundações fixas, mas, em caso de uma inundação, a construção inteira se erguerá e flutuará sobre a água. A casa deve ser erguida em uma ilha na cidade de Marlow (condado de Buckinghamshire), a apenas 10 metros da margem do rio Tâmisa. Com 225 metros quadrados, ela substituirá um bangalô, construído no início do século 20 e em más condições de preservação. FLUTUANTE A residência foi projetada pelo escritório de arquitetura Baca, com sede em Londres, especializado em construções resistentes a inundações. De acordo com os arquitetos, a casa ficará apoiada entre quatro "golfinhos", ou postes verticais permanentes que manteriam a construção flutuante no lugar durante uma enchente. Estes postes, normalmente encontrados em marinas, foram inte...

Hotel na China é construção arborizada

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  Hotel com oito prédios tem árvores e vegetações em todos os apartamentos O hotel Sanya Block 5, na China, é um hotel que mostra como é possível ser um pouco mais sustentável sem se esforçar muito. A construção consiste em quatro blocos de prédios espelhados, sendo no total oito construções. Toda a parte externa é pensada para abrigar árvores e outras vegetações, dando mais conforto acústico e térmico para os apartamentos. Além disso, as varandas em que ficam as plantas funcionam como uma extensão dos apartamentos, permitindo que os hóspedes também utilizem o local. Além disso, a água utilizada para regar as plantas é reaproveitada de vários setores do hotel. O espaço mostra como é possível fazer grandes empreendimentos para cidades e permitir o crescimento de plantas locais, ajudando a manter a biodiversidade do local. Fonte: Atitude Sustentável

4 construções com contêiners marítimos

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Reaproveitar a estrutura deixa obra mais limpa e rápida, além de ser uma alternativa para uso de contêiners aposentados Depois de um tempo de uso (entre 7 e 10 anos), contêiners usados para transportes marítimos precisam ser aposentados. Começou a surgir então uma preocupação em reutilizar o material nobre para outro fim. Com o tempo, diversos arquitetos em vários lugares do mundo criaram projetos de residências e outras construções com o material. Além de uma obra mais limpa e rápida, já que evita a utilização de tijolos e cimento, o modelo oferece para os moradores conforto térmico e acústico. Veja quatro projetos com contêiners em diversos locais do mundo: O arquiteto francês Patrick Partouche criou uma residência com oito contêiners. A casa tem 208 metros quadrados de área construída e foi feita em três dias. Veja mais imagens do projeto  aqui  e mais do trabalho de Patrick  aqui . Já o estúdio de arquitetura Poteet Architects, do Texas, tinha com...

7 benefícios dos prédios sustentáveis

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Já não são mais modismo, estão saindo de serem uma tendência e vêm se tornando uma necessidade cada vez mais presente. A construção civil mundial é responsável por 40% dos resíduos acumulados e por 40% do consumo de energia do mundo, um sexto do consumo de água fresca e um quarto de toda madeira colhida, segundo uma pesquisa da UNEP. Não é a toa que prédios sustentáveis já não estão mais sendo tratados como uma questão de modismo, mas estão saindo da posição de tendência e tornando-se uma necessidade, cada vez mais presente, nos próximos anos. Conheça algumas vantagens dessas edificações sustentáveis: 1. Baixo custo: um estudo de 2003 da Força-Tarefa de Construção Sustentável da Califórnia mostra que um investimento inicial de um projeto verde de apenas 2% pode produzir uma economia de 10 vezes o investimento inicial, com base em um período de 20 anos de construção. 2. Mais produtividade: ocupantes de "prédios saudáveis" e confortáveis podem ser mais produtiv...

Lã de Pet Isosoft Wall no prêmio Greenbest 2012 - Vote muito e vamos juntos rumo a mais esta conquista!

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Fonte: Lívia Clozel Comunicação A Trisoft desenvolveu o ISOSOFT WALL para substituir as opções termoacústicas nocivas ao organismo e ao planeta. O produto reverte garrafas PET que iriam poluir o meio ambiente em um sistema para isolamento de ruídos e temperatura entre os ambientes internos de construções a seco.

LÃ DE PET ISOSOFT MARCA PRESENÇA EM CURSO SOBRE LIGHT STEEL FRAME PELA MICTECH EM JANEIRO

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Fonte: Lívia Clozel Comunicação Na agenda de Janeiro da Mictech, acontecerá o curso “Projetar e Construir em light steel frame”, que contará com a parceria da Trisoft e a aplicação da lã de PET ISOSOFT WALL.

Arquitetando o Futuro – Construção Civil e Meio Ambiente

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Fonte: Atitudes Sustentáveis Com o passar dos anos e o rápido desenvolvimento das cidades, diversos problemas ao meio ambiente foram acarretados, como a poluição do ar, o desmatamento de grandes áreas verdes, a contaminação de rios e mares e um grande acúmulo de lixo.

5 monumentos sustentáveis do futuro

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Fonte: Atitude Sustentável Arquitetos em todo mundo planejam construções mais sustentáveis

12 vantagens do uso de Drywall em construções

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Fonte: Atitude Sustentável Material proporciona obras mais limpas e mais ecológicas