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Mostrando postagens com o rótulo Biodiversidade

Árvores 'semeiam' chuva na região da Amazônia, diz estudo da USP

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Sem as plantas, clima da área seria drasticamente alterado, afirma cientista. Estudo publicado na 'Science' foi feito junto com a Universidade Harvard. Cientistas da Universidade de São Paulo (USP) descobriram que a formação das chuvas na região da Amazônia está muito mais ligada à floresta do que o imaginado anteriormente. Um estudo inédito, publicado na revista "Science", aponta que as plantas emitem sais de potássio que "semeiam" as nuvens, formando as partículas aerossóis responsáveis por causar chuva. Sem a floresta, o clima e as chuvas na região seriam alterados de forma drástica, disse para o G1 o professor de física da USP Paulo Artaxo, coordenador brasileiro do estudo. A pesquisa foi realizada em conjunto com cientistas das tradicionais universidades de Berkeley e Harvard (nos Estados Unidos) e com o Instituto Max Planck, na Alemanha. Antes do estudo, acreditava-se que os aerossóis responsáveis pelas chuvas eram gerados por reações químic...

Austrália vai explorar mina de carvão perto da Grande Barreira de Coral

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Governo australiano vai permitir mineração mas impôs várias condições para proteger a região O governo federal australiano autorizou na última quinta-feira (23) o desenvolvimento de uma gigantesca mina de carvão, de propriedade do grupo indiano GVK, mas impôs drásticas condições para proteger o meio ambiente e a Grande Barreira de Coral. A Alpha Coal, na bacia da Galileia, no estado de Queensland, produzirá quase 30 milhões de toneladas de carvão térmico por ano a partir de 2015. O investimento inicial é de 6,3 bilhões de dólares. O ministro do Meio Ambiente Tony Burke, que havia manifestado sérias dúvidas, aprovou o projeto com 19 condições para proteger a região. "Minha decisão é baseada em uma avaliação exaustiva e rigorosa do projeto, depois de consultar meus serviços e ouvir opiniões científicas independentes", justificou o ministro. A GVK tem como sócio o grupo australiano Hancock Coal. As duas empresas terão que adotar um programa para proteger a fauna e ...

Cientistas calculam desaparecimento de animais por desmate na Amazônia

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No pior cenário, 59 diferentes espécies seriam extintas em Rondônia. Mamíferos, aves e anfíbios ainda serão afetados por devastação já ocorrida. Uma metodologia desenvolvida por cientistas britânicos e americanos mede quantas populações de animais que vivem em determinados estados englobados pela Amazônia Legal podem desaparecer devido ao desmatamento no bioma. No estudo publicado nesta quinta-feira (12) na revista "Science", os pesquisadores conseguiram saber, por exemplo, quantos mamíferos, aves e anfíbios serão extintos em determinadas regiões devido ao desmatamento ocorrido entre 1978 e 2008. Para isso, os pesquisadores da Imperial College e do Instituto de Zoologia, ambos de Londres, além da Universidade Rockefeller, dos EUA, utilizaram o conceito de "débito de extinção", número que representa a diferença entre a expectativa de perda de biodiversidade e o que de fato já desapareceu na natureza. A partir de informações de satélite fornecidas pelo In...

Governo do RS promove "chuva de pinhões" para preservar araucária

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Em uma tentativa de recuperar florestas de araucária, árvore típica do Sul, sementes da planta foram despejadas por avião na segunda-feira (9) em campos do interior gaúcho. A operação, batizada de "chuva de pinhões", foi realizada pela Secretaria do Ambiente do Estado em Campinas do Sul (399 km de Porto Alegre). Cerca de 220 mil sementes da espécie foram carregadas em um pequeno avião que sobrevoou duas ilhas de uma hidrelétrica da região. A área para o cultivo foi cedida pela empresa responsável pela usina, a Tractebel. Segundo a secretaria, a expectativa é que até 20% dos pinhões se desenvolvam. "Vingando 500 mudas por hectares, atingimos nossos objetivos", disse Roberto Ferron, diretor do Departamento de Florestas e Áreas Protegidas. Ele diz que o despejo de sementes por avião pode ser mais eficiente e menos trabalhoso do que o plantio manual. O objetivo é lançar 10 milhões de sementes em dois anos. Alunos e professores da Universidade Federal de Sant...

Projeto de santuário para baleias no Atlântico Sul é rejeitado em reunião

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Proposta apoiada pelo Brasil precisava de 75% dos votos, mas teve 65%. Intenção era criar área livre de exploração entre a América do Sul e África. A proposta de se criar um santuário para baleias no Atlântico Sul, entre a América do Sul e a África, foi rejeitada durante votação realizada nesta segunda-feira (2) pela Comissão Baleeira Internacional (CBI), em reunião anual realizada no Panamá, de acordo com a agência de notícias France Presse. Segundo Milko Schvartzman, responsável pela América Latina na área de oceanos na organização ambiental Greenpeace, a proposta de criação do santuário "havia acabado de ser votada e não foi aprovada". Na plenária, 38 países se pronunciaram a favor e 21 governos foram contrários. O apoio favorável foi de 65%, mas a porcentagem necessária para criar a área de proteção era de 75%. O assunto era um dos principais temas em debate no encontro, que termina nesta semana. O projeto de criar um santuário de proteção às baleias no Atlân...

Pesquisa indica que mais da metade dos brasileiros se dispõem a custear proteção da Amazônia

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Mais da metade dos brasileiros estão dispostos a financiar ações para proteger a Amazônia, é o que revela a pesquisa sobre consumo sustentável divulgada, nesta quarta-feira (6), pelo Ministério do Meio Ambiente no Rio de Janeiro. Foram 51% que disseram pagar pela proteção em 2012 contra 38% em 2006. O levantamento, realizado com a cooperação técnica do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), entrevistou 2.200 pessoas de todas as regiões do país e mostrou que o brasileiro pagaria para preservar a Floresta Amazônica, em primeiro lugar, além dos biomas da Mata Atlântica, Caatinga e Pantanal. Às vésperas da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, a pesquisa "O que o brasileiro pensa do meio ambiente e do consumo sustentável" mostrou que a população não considera exagerada a preocupação com o meio ambiente e vai além: 82% das pessoas indicaram que não estão dispostas a ter mais progresso às custas da depredação dos recursos...

Projeto vai explorar biodiversidade para difundir novos alimentos

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Brasil, Quênia, Sri Lanka, e Turquia terão espécies estudadas. Formigas brancas e 'prima' da goiaba fazem parte da iniciativa. Crocantes formigas brancas fritas. Essa é uma das apostas de um projeto internacional de pesquisa de biodiversidade para ajudar a diminuir o problema da fome. Muito consumidos no oeste do Quênia, esses insetos são uma alternativa interessante como fonte de proteína. A iniciativa foi lançada no fim de abril e, além do Brasil e do Quênia, é liderada por Sri Lanka e Turquia. O objetivo é identificar pelo menos 150 espécies de plantas, animais e fungos nesses países, avaliar o valor nutricional de cada uma delas e então empreender ações para aumentar seu consumo. "Se chegarmos à conclusão de que a espécie tem uma composição nutricional que possa ajudar as populações vulneráveis, fazemos a promoção em nível local e junto às autoridades", explica, de Roma, a especialista Teresa Borelli, da organização Bioversity, que coordena internac...

Praias da Baleia e do Sahy se unem em prol de área de proteção em SP

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Os frequentadores das badaladas praias da Baleia e Barra do Sahy, no litoral norte de São Paulo, estão prestes a obter uma grande vitória. O projeto desenhado por eles, que cria uma área de proteção ambiental de 1 milhão de m² entre os dois locais, está perto de ser votado na Câmara de São Sebastião. Se aprovado, o parque passa a fazer parte do plano diretor da cidade, o que deixa a efetivação dele mais real. "No município não existe nenhuma área protegida que tenha manguezal, brejo de restinga ou floresta", explica Andre Waetge, engenheiro agrônomo contratado pelo movimento "Preserve o Litoral Norte" para desenhar tecnicamente o parque. "A área forma um importante corredor ecológico até a região da serra do Mar", diz. "Nossa ideia é fazer um acordo com a prefeitura e gerenciar essa área", conta a advogada Fernanda Carbonelli, uma das que encabeçam o movimento pró-verde. "Não haverá desapropriações, por isso o custo para os c...

7 dicas para escolher mudas saudáveis

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Veja dicas para escolher mudas saudáveis para o seu jardim ou horta Vai começar uma horta ou pequeno jardim? Principalmente para pessoas com pouca experiência, é muito importante escolher mudas saudáveis, que têm mais chances de se desenvolver corretamente. Veja abaixo dicas de como escolher as mudas: - Quanto comprar em pequenos caixotes, com várias mudas, não pegue qualquer um. Veja qual deles têm mais plantas aparentemente saudáveis (as mais verdes e "para cima"). - Verifique o local em que foram armazenadas para venda. Elas não podem estar em situações extremas, nem de sol nem de sombra. - É importante verificar se apenas uma muda está crescendo em cada vasinho. Ter mais de uma pode parecer um brinde, mas na realidade elas lutam entre si por sobrevivência em um espaço apertado e podem já estar mais fracas. - Evite alguns sinais de doenças, como filhas amareladas, com pontos pretos ou bem mais escuras na base (claro, algumas espécies têm naturalmente folhas amare...

Chegada antecipada da primavera aumenta número de morcegos fêmea

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Mamíferos voadores geram duas vezes mais fêmeas no período. Capacidade de se reproduzir no primeiro ano de vida altera proporção. Um estudo realizado com morcegos por pesquisadores da Universidade de Calgary, no Canadá, sugere que os mamíferos voadores geram duas vezes mais bebês fêmeas do que machos quando a primavera começa mais cedo. A pesquisa foi publicada nessa semana na revista científica "PLos One". Para chegar a essa conclusão, Barclay analisou por bastante tempo a variação na proporção de sexos da prole de morcegos Eptesicus fuscus, espécie comum na América do Norte e que come insetos. A maior proporção de fêmeas ocorre porque, além de nascerem mais cedo, elas conseguem se reproduzir com apenas um ano de idade, o que não acontece com os machos, afirma Robert Barclays, autor do estudo e membro do Departamento de Ciências Biológicas de Calgary. "A seleção natural favoreceu mecanismos internos que resultam no desequilíbrio entre os sexos porque as m...

Impacto do aquecimento global nas plantas pode ser pior, afirma estudo

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Plantas estão florescendo mais cedo devido a temperaturas maiores. Pesquisa foi publicada nesta quarta-feira na revista 'Nature'. Experiências que tentam simular o impacto do aquecimento global nas plantas subestimam o que acontece no mundo real, revelou um estudo publicado na edição desta quarta-feira (2) da revista científica britânica "Nature". A pesquisa apoia observações feitas por fazendeiros e jardineiros, especialmente no Hemisfério Norte, segundo os quais plantas sazonais estão florescendo muito mais cedo do que no passado. Experimentos artificiais sobre o aquecimento global costumam consistir no encerramento de uma planta em uma câmara similar a uma estufa sem tampa ou em uma tenda com um pequeno aquecedor no telhado, de forma a replicar os efeitos do aumento da temperatura. Estes experimentos determinaram que a florada e a folheação ocorrem entre 1,9 e 3,3 dias antes para cada grau Celsius de elevação da temperatura. Mas o estudo diz que o nú...

ONU cria 'IPCC da biodiversidade' para conter devastação no planeta

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Plataforma será composta por cientistas, governos e sociedade civil. Organismo vai elaborar relatórios sobre impacto nos ecossistemas. A preservação da biodiversidade do planeta ganhou força nesta semana com a criação do "IPCC da Biodiversidade", uma plataforma intergovernamental que vai quantificar os ecossistemas do planeta e articular junto a governos a implantação de políticas de conservação. O organismo vai reunir cientistas, representantes dos países-membros das Nações Unidas e representantes de comunidades indígenas e tradicionais. Após sete anos de discussões, a definição sobre a Plataforma Intergovernamental sobre Serviços de Ecossistemas e da Biodiversidade (IPBES, na sigla em inglês) ocorreu na última segunda-feira (23), depois de votação em plenária realizada na Cidade do Panamá. A organização terá sede em Bonn, na Alemanha, mesma cidade que sedia a Convenção da ONU para mudança do clima, e ficará sob o guarda-chuva de programas e agências especializa...

Corais brasileiros são ameaçados por espécie do Oceano Pacífico

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Espécie conhecida como 'coral sol' se espalha, sufoca e mata rapidamente. Biólogo diz que espécie pode ir para a região de Abrolhos. No laboratório do Instituto de biologia da Universidade Federal da Bahia (Ufba), os pesquisadores confirmaram o que mais temiam: o coral invasor chegou à Baía de Todos os Santos. Biólogos e oceanólogos estão avaliando o tamanho do problema. A espécie invasora conhecida como coral sol se espalha, sufoca e mata rapidamente. Em uma área próxima a Ilha de Itaparica ele ocupou todos os espaços de um recife. As colônias nativas que ainda não foram atingidas estão ameaçadas. O invasor é uma espécie asiática, veio das águas do Índico e do Pacífico. Entrou no Brasil pelo Rio de Janeiro, mas já chegou a Santa Catarina, São Paulo, Espírito Santo e por último a Baía de Todos os Santos. A grande ameaça agora, segundo os pesquisadores é a migração do coral sol para o extremo sul da Bahia. Se isso acontecer ele irá alterar uma das regiões mais ricas d...

ONGs recorrem à Justiça contra projeto de nova cidade nos EUA

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Biodiversidade do Mar Salton, na Califórnia, seria afetada segundo estudo. Condado pretende construir cidade com 40 mil habitantes próximo ao lago. Nesta semana, milhares de tilápias apareceram mortas na região do Mar Salton, lago de água salgada da Califórnia, Estados Unidos, em um fenômeno que acontece todos anos. As águas retrocedem e os peixes ficam presos na lama. O fenômeno pode se tornar mais constante, segundo cientistas, devido a impactos causados por um projeto de construção de uma nova cidade nas margens do reservatório de água. As organizações ambientais Centro para Diversidade Biológica e Sierra Club encaminharam à Justiça uma ação contra o Condado de Riverside contra a aprovação de um projeto que prevê a criação de uma nova cidade para 40 mil habitantes na beira do reservatório natural. As ONGs alegam na ação que o projeto provocaria o aumento da poluição da água e ameaçaria a vida selvagem do parque Anza-Borrego, localizado dentro do Deserto do Colorado...

Vegetação da Europa concentra rica biodiversidade de espécies, diz estudo

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Quantidade de plantas coexistentes é comparada com florestas tropicais. Áreas de pastagem e pradarias concentrariam maior número de espécies. Estudo publicado nesta semana no "Journal of Vegetation Science" mostra que as regiões de pradaria localizadas em países europeus têm alta concentração de espécies vegetais convivendo em uma mesma área. Tal fato tornaria essas áreas tão ricas em biodiversidade quanto as florestas tropicais da América do Sul ou da África. A pesquisa organizada por cientistas da Universidade Otago, na Nova Zelândia, diz que em algumas áreas da Europa Oriental houve registros de grande quantidade de vegetais convivendo em um mesmo hectare, o que iria até contra o princípio natural de que duas espécies diferentes não conseguiriam coexistir. Em menor escala, as vegetações europeias concentrariam uma população tão grande de plantas quanto as existentes em floresta tropical sul-americanas ou africanas. Dimensão De acordo com Bastow Wilson, um ...

Ilha Grande completa 25 anos de tombamento como reserva biológica

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Local no litoral Sul Fluminense é conhecido pela beleza natural e história. Uma das atrações são as ruínas do antigo presídio que existia na região. A Ilha Grande, em Angra dos Reis, no Sul Fluminense, completou 25 anos de tombamento como reserva biológica. O local, um refúgio no litoral Sul Fluminense, é rico pelas belezas naturais e por sua história. A exuberância do local pode ser vista de longe. São 106 praias onde a cultura caiçara e a natureza estão preservadas. A maior concentração de casas está na Vila Abraão, com mais de 4 mil moradores. Uma das atrações da ilha são as ruínas do antigo presídio que existia por lá. As construções onde estavam celas, refeitório e administração foram implodidas. Na área onde funcionava o presídio, atualmente existe um museu com salas de exposição com roupas, objetos e fotos de presos. Fonte: G1

Mais de 12% de espécies de área do Pacífico estão ameaçadas, diz IUCN

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Pesca predatória, destruição de habitat e El Niño seriam principais causas. Fauna e flora estudadas estão no Golfo da Califórnia, Panamá e Costa Rica. Mais de 12% das espécies marinhas, animais ou vegetais, da região tropical leste do Oceano Pacífico estão ameaçadas de extinção devido à pesca predatória, à destruição de seu habitat e ao impacto do El Niño, segundo um estudo da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês). A investigação científica, primeira do tipo conduzido pela IUCN no Golfo da Califórnia, na costa do Panamá e da Costa Rica, além das cinco ilhas e arquipélagos, engloba toda a fauna e flora da região -- peixes, mamíferos marinhos, tartarugas-marinhas, aves marinhas, corais, manguezais e algas. As zonas de maior risco são a entrada do Golfo da Califórnia a as costas do Panamá e da Costa Rica. "Identificar espécies ameaçadas e as causas desta ameaça pode ajudar a definir as prioridades de conservação marinha na região...

Reservas naturais itinerantes podem salvar espécies marinhas de extinção, diz estudo

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Cientistas americanos afirmam que áreas fixas nos oceanos não ajudam a preservar espécies. Cientistas americanos afirmam que as áreas de preservação dos oceanos, onde caça e pesca não são permitidas, precisam ser móveis para proteger as espécies marinhas. A ideia de que apenas áreas fixas de preservação no oceano podem ser criadas está ultrapassada e não reflete o comportamento dinâmico de algumas criaturas marinhas, segundo os cientistas da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. "Menos de 1% do oceano está protegido atualmente e estes parques marinhos tendem a ser determinados ao redor de objetos que ficam parados, como recifes de coral ou montanhas marinhas", disse o professor Larry Crowder, diretor científico do Centro para Soluções Oceânicas da Universidade de Stanford. "Mas, estudos com rastreamento mostraram que muitos organismos, peixes, mamíferos marinhos, tartarugas marinhas, aves marinhas e tubarões, respondem a traços oceanográficos que não t...

Aquário sustentável em forma de cubo sediará a Exposição Mundial

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Organizada pelos sul-coreanos, a exposição focará a sinergia entre os cinco oceanos e a preservação da fauna e flora marinhas, no interior de uma mega-construção. A Coreia do Sul está organizando, para este ano (2012), uma exposição mundial, celebrando a harmonia dos cinco oceanos e atrair as atenções para a preservação da fauna e flora marinhas. Buscando formas inéditas de demonstrar as conexões entre eles, o evento terá como uma das sedes um enorme aquário sustentável em forma de cubo. A estrutura é vazada, criando espaços para as pessoas circularem no ambiente, rodeado por água: pelas laterais, por cima e por baixo. O cubo de água, constituído por várias bacias empilhadas, permite mostrar todos os diferentes aspectos dos cinco oceanos: mares, zonas tropicais, manguezais, recifes e outros. De maneira ecológica, foram feitas simulações do movimento e da temperatura das águas: cortinas controlam a penetração de raios ultravioleta (UV) e células solares fotovoltaicas geram ...

Carbono mais 'caro' pode salvar espécies

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Quanto maior o valor de mercado da tonelada de carbono não emitido na atmosfera, mais espécies de plantas e de animais que vivem nas florestas são preservadas. É o que indica um estudo de pesquisadores europeus coordenados por um economista brasileiro. O grupo parte do princípio de que as políticas de crédito de carbono ajudam a manter as florestas em pé. Isso porque o sistema permite que quem tenha preservado suas florestas venda créditos a quem tenha poluído além do que determinam as convenções internacionais. A política começou a ser discutida na primeira reunião do painel do clima da ONU, em 1988. A ideia é que esse tipo de negociação aconteça principalmente entre países ricos (que poluem muito) e os mais pobres (que emitem menos carbono e venderiam seus créditos). A conclusão dos pesquisadores é que quanto mais alto o valor do crédito de carbono no mercado, mais sobrevida ganham as florestas e os animais que vivem nela. Sem as políticas de crédito de carbono, calcu...