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Mostrando postagens com o rótulo Pesquisas

Cientistas do MIT usam micróbio para produzir combustível limpo

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Bactéria pode vir a consumir carbono do lixo e da poluição para criar álcool. Manipulação de genes permitiu que micróbio produzisse isobutanol. Cientistas do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, na tradução do inglês), nos Estados Unidos, manipularam os genes de uma bactéria para dar a ela a capacidade de produzir um tipo de álcool que pode substituir ou diminuir o uso da gasolina nos automóveis. Chamado de Ralstonia eutropha, o micróbio é encontrado no solo, de acordo com o estudo divulgado na publicação científica "Applied Microbiology and Biotechnology" ("Microbiologia e Biotecnologia Aplicada", na tradução do inglês). Quando ocorre redução nas fontes de nutrientes (como nistrato ou fosfato), aRalstonia eutropha passa a absorver carbono e criar compostos na forma de polímero para estocagem, segundo a pesquisa. O polímero criado tem características similares ao plástico produzido a partir do petróleo e é chamado algumas vezes de bioplástico....

Nordeste terá 1ª indústria do Brasil de combustível feito com algas marinhas

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Usina em Pernambuco vai produzir e vender biodiesel e bioetanol de algas. Projeto tem investimento de R$ 19 milhões e reduz emissão de CO2. O estado de Pernambuco, no Nordeste, deve receber a partir do último trimestre de 2013 a primeira planta industrial de biocombustível produzido com algas marinhas, que promete contribuir na redução do envio de CO2 à atmosfera. O projeto, uma parceria entre o grupo brasileiro JB, produtor de etanol no Nordeste, e a empresa See Algae Technology (SAT), da Áustria, contará com investimento de 8 milhões de euros (R$ 19,8 milhões) para montar em Vitória de Santo Antão – a 53 km de Recife -- uma fazenda vertical de algas geneticamente modificadas e que vão crescer com a ajuda do sol e de emissões de dióxido de carbono (CO2) Segunda a empresa, é a primeira vez no mundo que este tipo de combustível será fabricado e comercializado. Atualmente, a tecnologia só é desenvolvida para fins científicos. Laboratórios dos Estados Unidos e até mesmo do Bras...

"Terrorismo sobre o clima é ameaça à soberania nacional", diz cientista

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Em meio às preparações para a recepção de 45 mil pessoas para a Rio+20, um grupo de cientistas pediu que a presidente Dilma Rousseff revertesse em saneamento básico o que estava gastando com o aquecimento global. De acordo com os 18 pesquisadores que assinaram uma carta enviada à presidência em maio, pouco antes da cúpula da ONU, o aquecimento global não é causado pelo homem. Eles estão no grupo dos "céticos do clima". A Folha conversou com um dos responsáveis pelo documento, o físico e meteorologista Luiz Carlos Baldicero Molion, da Ufal (Universidade Federal de Alagoas). Há décadas, Molion nada contra a corrente dos pesquisadores que revisam os relatórios do IPCC (o painel do clima da ONU) e que publicam nas principais revistas científicas. São os "aquecimentistas", como diz Molion. Acompanhe a entrevista. Folha - Como o senhor começou a trabalhar para mostrar que aquecimento global não é resultado da ação do homem? Luiz Carlos Baldicero Molion - Eu est...

Projeto vai explorar biodiversidade para difundir novos alimentos

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Brasil, Quênia, Sri Lanka, e Turquia terão espécies estudadas. Formigas brancas e 'prima' da goiaba fazem parte da iniciativa. Crocantes formigas brancas fritas. Essa é uma das apostas de um projeto internacional de pesquisa de biodiversidade para ajudar a diminuir o problema da fome. Muito consumidos no oeste do Quênia, esses insetos são uma alternativa interessante como fonte de proteína. A iniciativa foi lançada no fim de abril e, além do Brasil e do Quênia, é liderada por Sri Lanka e Turquia. O objetivo é identificar pelo menos 150 espécies de plantas, animais e fungos nesses países, avaliar o valor nutricional de cada uma delas e então empreender ações para aumentar seu consumo. "Se chegarmos à conclusão de que a espécie tem uma composição nutricional que possa ajudar as populações vulneráveis, fazemos a promoção em nível local e junto às autoridades", explica, de Roma, a especialista Teresa Borelli, da organização Bioversity, que coordena internac...

Dezoito cientistas brasileiros questionam aquecimento global causado pelo homem

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Dezoito dos principais cientistas do país, entre físicos, geólogos e climatologistas, enviaram carta à presidente Dilma Rousseff questionando o consenso de que o aquecimento seja causado pelo homem. Eles dizem que não há nenhuma influência humana sobre o clima global e que a hipótese de que o homem influencia o clima "é um desserviço à ciência". Criticam o que chamam de alarmismo climático e destacam que o gás carbônico (CO2) não é o vilão do aquecimento global, muito pelo contrário, "é o gás da vida". Abaixo a íntegra da carta aberta à presidente Dilma. Carta aberta à presidente Dilma Rousseff Mudanças climáticas: hora de recobrar o bom senso Exma. Sra. Dilma Vana Rousseff Presidente da República Federativa do Brasil Excelentíssima Senhora Presidente: Em uma recente reunião do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, a senhora afirmou que a fantasia não tem lugar nas discussões sobre um novo paradigma de crescimento - do qual a humanidade necessita...

Com participação de astronauta, relatório mostra que 'pegada' do Brasil supera a da China e a da Índia

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A pegada ecológica do Brasil é maior que a média mundial e maior que a de todos os países do grupo Brics exceto a Rússia (o grupo inclui China, Índia e África do Sul). Os dados são do Relatório Planeta Vivo 2012, divulgado pela ONG WWF com a participação do astronauta holandês André Kuipers. Pegada ecológica é a quantidade de hectares necessária para suprir as necessidades de consumo de cada ser humano versus a capacidade de regeneração da Terra. O relatório mostra que a pegada da humanidade hoje excedeu em 50% a capacidade de regeneração do planeta. Ou seja, para sustentar o padrão de consumo atual, seria necessário 1,5 planeta. A pegada ecológica da humanidade dobrou desde 1966. Entre os países com maior pegada estão nações emergentes e de território pequeno, como Qatar (1°) e Dinamarca (4°), além dos gigantes consumistas EUA (5°). O Brasil tem uma pegada ecológica de 2,93 hectares por pessoa, contra 2,70 da média global. Segundo Cecília Wey de Brito, secretária-geral do ...

Brasil se une aos EUA para criar combustível limpo para aviação

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Boeing e Embraer querem criar centro de pesquisa voltado ao setor. Meta é reduzir emissões de gases e criar aviões mais eficientes. As fabricantes de aeronaves Embraer, do Brasil, e Boeing, dos Estados Unidos, iniciaram oficialmente nesta quarta-feira (25) discussões bilaterais com o objetivo de produzir biocombustíveis para aviação. A meta é criar, no futuro, um centro de pesquisa no país que será referência mundial. As duas grandes companhias aeronáuticas, em parceria com a Fundação de Amparo à pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), devem desenvolver um combustível que emita menos gases de efeito estufa, seja renovável e não prejudique o desempenho de aeronaves que já estão em operação ou de novos jatos que serão desenvolvidos -- seja para aviação comercial ou executiva. As discussões sobre metodologias de pesquisa e quais matérias-primas serão analisadas devem durar nove meses. Um primeiro workshop sobre o assunto acontece até esta quinta-feira (26), em São Paulo...

Clarear superfícies das cidades pode reduzir aquecimento global, diz estudo

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Telhados e ruas mais claros refletiriam raios do Sol e reduziriam temperatura. Menor uso do ar condicionado também diminuiria emissões de CO2. Mudar a cor dos telhados e da pavimentação das ruas de todo o mundo pode reduzir o aquecimento global e, por consequência, também nível de poluição. A conclusão é de um estudo canadense publicado nesta sexta-feira (13) pela revista científica "Environmental Research Letters", que simulou o efeito que a medida teria em longo prazo. A ideia dos cientistas é deixar a superfície das cidades mais claras para aumentar o reflexo dos raios solares. Quanto mais escuro é um objeto, mais ele absorve o calor. Cidades mais claras seriam, portanto, também mais frescas para seus habitantes. Se os prédios passarem a ter temperaturas mais amenas, a tendência é que o uso do ar condicionado diminua. Com isso, cairia o consumo de energia elétrica. Como a maior parte da eletricidade do mundo é produzida por usinas termoelétricas a carvão e a gá...

Novo relatório do IPCC prevê mais desastres climáticos no futuro

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Efeitos já foram sentidos pelo planeta nos últimos 50 anos, dizem cientistas. Secas, chuvas violentas e enchentes ocorrerão com mais frequência. O planeta deve se preparar para enfrentar um aumento do calor, das secas mais fortes e, em algumas regiões, chuvas mais violentas devido ao aquecimento global, segundo novo relatório do Painel Intergovernamental sobre  Mudança do Clima (IPCC). O documento com 592 páginas foi divulgado nesta quarta-feira (28) com o título "Gestão de riscos de eventos extremos e desastres para avançar na adaptação às mudanças climáticas". Segundo Chris Field, um dos responsáveis pelo documento, a mensagem principal dele é que "sabemos todas as decisões adequadas que devem ser tomadas sobre a forma de combater os riscos de catástrofes vinculadas ao clima". O informativo explora melhor os vínculos existentes entre o aquecimento global e as emissões de gases causadores do efeito estufa, com acontecimentos meteorológicos como ciclon...

Cientistas apresentam propostas para dar peso à negociação da Rio+20

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Estudo da 'Science' tem foco ambiental e pede reformas políticas na ONU. Coautora diz que cúpula é momento de criar 'constituição sustentável'. Um grupo de 32 pesquisadores internacionais, entre eles uma brasileira, reuniu em artigo científico divulgado nesta quarta-feira (15) pela revista "Science" propostas que, segundo eles, devem ser consideradas no documento que vai nortear a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. A Rio+20 acontece de 13 a 22 de junho, no Rio de Janeiro. Entre os dias 20 e 22 ocorre o encontro de alto nível, que deve reunir ao menos 79 presidentes convidados pelo governo brasileiro. Envolvidos no projeto Sistema de Governança da Terra (Earth System Governance, em inglês), sediado atualmente na Suécia, os cientistas pedem que a cúpula seja aproveitada pelos países como um momento de se criar uma nova "constituição para a sobrevivência do mundo, de forma sustentável". O artigo pont...

USP cria núcleo que reúne principais pesquisas sobre mudança do clima

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  Objetivo é tornar instituição referência mundial em pesquisas sobre o tema. Núcleo nasce com 18 estudos de 12 faculdades e laboratórios da USP. Nesta semana a Universidade de São Paulo oficializou a criação do Núcleo de Apoio a Pesquisa em Mudanças Climáticas, o Incline (na sigla em inglês), que vai concentrar trabalhos sobre o tema realizados por 12 faculdades e laboratórios da instituição. O objetivo da universidade, apontada nesta quarta-feira (14) entre as cem melhores instituições de ensino superior do mundo, segundo ranking da Times Higher Education, é se tornar referência mundial no tema. Embrião do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG), o núcleo já nasce com 18 projetos em andamento. Entre as pesquisas realizadas estão a mudança climática na Amazônia, o impacto das alterações no Oceano Atlântico Sul, a poluição das cidades, mudanças no uso da terra e os recursos hídricos. Integração com outros institutos Para Tércio Ambrizzi, diretor do I...

Mundo caminha para colapso ambiental, alerta organização internacional

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  O mundo está caminhando para um colapso ambiental e, se nada for feito, os custos da paralisia podem ser "colossais" para as economias e a humanidade. O alerta foi dado hoje pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), grupo de cooperação internacional formado por 34 países, a maioria ricos. O relatório "Previsões Ambientais para 2050: As Consequências da Inação" traz dados alarmantes sobre temas como as mudanças climáticas, biodiversidade, água e os impactos da poluição na saúde humana. Segundo o estudo, até 2050 a demanda mundial por energia deve crescer 80%, sendo que 85% dessa energia deve continuar sendo suprida por combustíveis fósseis. Isso fará com que as emissões de CO2, principal gás causador do efeito estufa, aumentem 50%. Nesse cenário, é dado como certo que a temperatura global suba entre 3°C e 6°C - bem acima dos 2ºC de aquecimento estimado pelo Painel de Mudanças Climáticas da ONU. A poluição do ar será o principal pro...

Inpe estuda elevação do mar e mudança nas marés em arquipélago

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Aumento do nível do mar poderia afetar ilhas de São Pedro e São Paulo. Dados são utilizados por cientistas para prever mudança climática. O movimento das marés e a elevação dos oceanos são os principais elementos analisados pelas medições feitas por equipamentos instalados no arquipélago de São Pedro e São Paulo pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), de Cachoeira Paulista (SP), e podem definir o futuro das ilhas. O estudo verifica mudanças geradas pelos ventos no curso das correntes e marés e nas propriedades da água do mar. Também analisa se há alteração em decorrência do derretimento das calotas polares e geleiras continentais. Tais dados são necessários para conhecer também possíveis modificações na costa brasileira. "As regiões estuarinas, deltas dos rios e as ilhas serão as primeiras regiões a sofrer os impactos da mudança do nível do mar. Dependendo de quanto ele subir, o arquipélago corre o risco de não ser mais território brasileiro e sim uma fei...

Pesquisas afetadas por fogo na Antártica estudavam clima

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Químicos e biólogos eram maioria na Estação Comandante Ferraz. Apenas um dos projetos do Brasil no continente não foi afetado. Ainda é cedo para avaliar com precisão os danos que o incêndio na Estação Antártica Comandante Ferraz provocou para as pesquisas brasileiras na área, segundo os cientistas que trabalhavam no local ouvidos pelo G1. No último sábado (25), o acidente matou dois militares e feriu um. Os sobreviventes tiveram que ser retirados às pressas e levados para Punta Arenas, no Chile. Segundo os pesquisadores, ainda não se sabe o total das perdas. Uma reunião na próxima semana vai tentar levantar o quadro completo do que foi perdido e do que vai poder ser retomado. Parte dos computadores da base foi destruída pelo fogo, mas muitos dados podem ser recuperados nos aparelhos pessoais que os cientistas mantinham no local e conseguiram resgatar a tempo. A maioria das pesquisas, porém, depende de amostras que são coletadas na Antártica e analisadas no Brasil. Algu...

Reservas naturais itinerantes podem salvar espécies marinhas de extinção, diz estudo

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Cientistas americanos afirmam que áreas fixas nos oceanos não ajudam a preservar espécies. Cientistas americanos afirmam que as áreas de preservação dos oceanos, onde caça e pesca não são permitidas, precisam ser móveis para proteger as espécies marinhas. A ideia de que apenas áreas fixas de preservação no oceano podem ser criadas está ultrapassada e não reflete o comportamento dinâmico de algumas criaturas marinhas, segundo os cientistas da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. "Menos de 1% do oceano está protegido atualmente e estes parques marinhos tendem a ser determinados ao redor de objetos que ficam parados, como recifes de coral ou montanhas marinhas", disse o professor Larry Crowder, diretor científico do Centro para Soluções Oceânicas da Universidade de Stanford. "Mas, estudos com rastreamento mostraram que muitos organismos, peixes, mamíferos marinhos, tartarugas marinhas, aves marinhas e tubarões, respondem a traços oceanográficos que não t...

Florestas tropicais na África podem ter virado savanas por ação humana

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Plantio e fundição de ferro há 3 mil anos podem ter gerado transformação. Estudo sobre o tema foi divulgado na revista 'Science'. Um grupo de pesquisadores franceses afirma que a transformação das florestas tropicais no centro do continente africano em savanas, ocorrida há 3 mil anos, pode ter sido influenciada pela presença humana. O estudo foi divulgado na revista 'Science'. Durante anos, os cientistas explicaram a transição como uma consequência apenas das mudanças climáticas que o planeta sofreu. Agora, os pesquisadores acreditam que uma alteração tão drástica não poderia ser apenas ação da natureza e precisaria contar com a participação humana. O grupo analisou os sedimentos marinhos a 914 metros de profundidade no estuário do Rio Congo. A região serve como registro histórico dos últimos 40 mil anos de formações geológicas na região. Há três milênios, esses depósitos estiveram sob forte influência química, que provocou a quebra de rochas e minerais. Na...

Metade da bacia do Pantanal está sob risco ambiental, avalia estudo

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Foram avaliadas áreas no Brasil, Bolívia, Paraguai e Argentina. Degradação de nascentes e barragens são apontadas como ameaças . Metade da bacia do rio Paraguai, que abriga o Pantanal, está sob alto ou médio risco ambiental, mostra estudo divulgado nesta quinta-feira (02). Realizado ao longo de três anos pelo WWF, The Nature Conservancy e Centro de Pesquisas do Pantanal, ele coloca hidrelétricas e atividades humanas entre as maiores ameaças. Planaltos e chapadões que circundam o Pantanal, onde nascem os principais rios da bacia, seriam as áreas que enfrentam os maiores riscos. A pesquisa avaliou regiões no Brasil, Bolívia, Paraguai e Argentina e tem como objetivo subsidiar os governos dos quatro países no desenvolvimento de uma agenda de adaptação do Pantanal às alterações do clima. "A bacia do rio Paraguai apresenta alto risco ecológico potencial, requerendo ações urgentes e prioritárias de proteção das cabeceiras", afirma o estudo. As barragens e hidrelétricas,...

Estudo diz que é possível produzir mais sem destruir floresta

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Fonte: Folha.com Um novo estudo sugere que é falso dizer que para produzir mais é preciso desmatar novas áreas. Uma análise do uso de solo de Mato Grosso por uma década mostrou que aconteceu tanto uma diminuição da devastação da floresta como um aumento da produção agrícola.

Equipamento do Inpe que medirá atmosfera embarca para a Antártida

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Fonte: G1 Projeto Criosfera 1 analisará consequência da redução da camada de ozônio. Trenó puxado por trator polar auxiliará no transporte do módulo.

Mudança climática trará problemas à saúde mundial, diz Austrália

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Fonte: Folha.com A mudança climática terá sérias consequências para a saúde humana na Austrália durante as próximas décadas e causará um aumento do número de mortes, infecções e casos de ansiedade, advertiu um relatório oficial divulgado nesta quarta-feira no país.