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Mostrando postagens com o rótulo Energia

Agroenergia é destaque na matriz energética do Brasil

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                                 O Brasil tem sido exemplo mundial no uso de energias renováveis ao manter em 46% de sua  matriz energética  originada de fontes renováveis.  Os biocombustíveis – etanol e biodiesel -  serão, nos próximos 20 anos, o grande destaque na oferta de energias renováveis. Estimativas indicam que  nos próximos cinco anos a produção poderá atingir 60 milhões de litros de etanol. Quanto ao biodiesel, ao se considerar a capacidade industrial, há possibilidades de se alcançar até 11 bilhões de litros, também para 2017, a depender de matéria-prima e da regulação do mercado. A agroenergia tem a vantagem de ser a fonte de energia com maior potencial de expansão no curto prazo. Se forem resolvidas as questões socioambientais que a envolvem, a atividade será a vitrine da matriz brasileira, se tratando de geração energética renovável, com geração de renda, in...

Cientistas do MIT usam micróbio para produzir combustível limpo

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Bactéria pode vir a consumir carbono do lixo e da poluição para criar álcool. Manipulação de genes permitiu que micróbio produzisse isobutanol. Cientistas do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, na tradução do inglês), nos Estados Unidos, manipularam os genes de uma bactéria para dar a ela a capacidade de produzir um tipo de álcool que pode substituir ou diminuir o uso da gasolina nos automóveis. Chamado de Ralstonia eutropha, o micróbio é encontrado no solo, de acordo com o estudo divulgado na publicação científica "Applied Microbiology and Biotechnology" ("Microbiologia e Biotecnologia Aplicada", na tradução do inglês). Quando ocorre redução nas fontes de nutrientes (como nistrato ou fosfato), aRalstonia eutropha passa a absorver carbono e criar compostos na forma de polímero para estocagem, segundo a pesquisa. O polímero criado tem características similares ao plástico produzido a partir do petróleo e é chamado algumas vezes de bioplástico....

Nordeste terá 1ª indústria do Brasil de combustível feito com algas marinhas

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Usina em Pernambuco vai produzir e vender biodiesel e bioetanol de algas. Projeto tem investimento de R$ 19 milhões e reduz emissão de CO2. O estado de Pernambuco, no Nordeste, deve receber a partir do último trimestre de 2013 a primeira planta industrial de biocombustível produzido com algas marinhas, que promete contribuir na redução do envio de CO2 à atmosfera. O projeto, uma parceria entre o grupo brasileiro JB, produtor de etanol no Nordeste, e a empresa See Algae Technology (SAT), da Áustria, contará com investimento de 8 milhões de euros (R$ 19,8 milhões) para montar em Vitória de Santo Antão – a 53 km de Recife -- uma fazenda vertical de algas geneticamente modificadas e que vão crescer com a ajuda do sol e de emissões de dióxido de carbono (CO2) Segunda a empresa, é a primeira vez no mundo que este tipo de combustível será fabricado e comercializado. Atualmente, a tecnologia só é desenvolvida para fins científicos. Laboratórios dos Estados Unidos e até mesmo do Bras...

Pesquisa mostra que mais britânicos apoiam o uso de energia nuclear

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Mesmo após Fukushima, 63% são a favor dessa forma de geração. Usinas eólicas, por outro lado, perderam apoio no Reino Unido. A quantidade de britânicos que apoiam a energia nuclear como parte da matriz energética de seu país aumentou, aponta pesquisa divulgada nesta segunda-feira (2), 16 meses após o desastre de Fukushima ter aumentado a oposição à geração atômica. Um dia depois de o Japão religar sua primeira usina nuclear depois do desastre, em meio a forte oposição pública, a pesquisa patrocinada por uma empresa nuclear no Reino Unido mostra que a energia atômica é vista como uma tecnologia necessária para reduzir as emissões de carbono. Na pesquisa, 63% dos entrevistados concordaram que a geração nuclear deve ser parte das opções de geração de energia do país, dois pontos acima dos 61% de junho de 2010, enquanto a quantidade de pessoas que se opõem caiu de 15% para 11%, aponta a empresa de pesquisas YouGov. "Estou animado em ver que a energia nuclear se recuperou...

Vale quer reduzir seus ativos em energia suja

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A Vale traçou a meta de reduzir as emissões de gás carbônico em 5% até 2020. Para alcançá-la, investe em novas energias renováveis --eólica e biodiesel-- e reavalia investimentos em gás natural. Após decidir pôr à venda participações em blocos de exploração de petróleo e gás, a empresa indica que pode ficar em alguns projetos de gás. Segundo Vânia Somavilla, diretora-executiva de sustentabilidade e energia da Vale, a mineradora "quer usar gás, que é um combustível de transição" --o mais limpo entre os fósseis. "Os projetos de exploração de petróleo são intensivos em capital. Nosso foco é em gás." Em maio, a Vale contratou dois bancos estrangeiros para assessorá-la na venda de participações de 19 blocos de óleo e gás. Murilo Ferreira, presidente da Vale, ressaltou que a prioridade continua sendo minério de ferro, carvão, níquel, cobre e fertilizantes. Os investimentos em energia são para dar suporte às operações e à expansão da companhia. Atualmente, a V...

Energia nuclear reduz emissões de CO2

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A energia nuclear será imprescindível para solucionar o problema das emissões de carbono, responsáveis pela mudança climática. Essa foi a tônica do evento paralelo à Rio+20 promovido no dia 18 no Clube de Engenharia, pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), a Agência de Energia Nuclear (NEA) - entidade ligada à Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) - e a Associação Brasileira de Energia Nuclear (Aben). Na ocasião, foram discutidas as perspectivas da energia nuclear e as consequências do acidente de Fukushima no setor. Além disso, estiveram em pauta as possibilidades dessa fonte energética no combate ao aquecimento global. Como as usinas nucleares não emitem gases responsáveis pelo efeito estufa, elas têm um grande potencial na mitigação da mudança climática. Segundo o assistente da Presidência da Eletrobras Eletronuclear Leonam dos Santos Guimarães as emissões de carbono não declinarão antes de 2030, mesmo se a matriz elétrica mundial mudar n...

Rio apresenta programa energético

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Às vésperas da realização da Rio+20, que vai de amanhã ao dia 22, no Riocentro, o Governo do Estado apresentou o detalhamento e o cronograma dos 35 projetos do Programa Rio Capital da Energia, que serão desenvolvidos para promover a eficiência energética, a inovação tecnológica e a energia verde no estado até 2015. Com participação do governador Sérgio Cabral (PMDB) e do ministro das Minas e Energia, Édison Lobão, na manhã de ontem, no Palácio Guanabara, o comitê estratégico do programa, composto por presidentes de empresas, entidades públicas e privadas e associações ligadas à área de energia, realizou a segunda reunião de trabalho desde sua criação, no ano passado. O programa, que já assegurou investimentos de pelo menos R$ 500 milhões, foi criado em setembro do ano passado por decreto do governador, com o objetivo de mobilizar a sociedade e de concentrar recursos em torno da energia sustentável nos próximos anos, sob coordenação da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energi...

Novas regras incentivam energias renováveis

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Relatório da ONU prevê que fontes renováveis de energia serão o grande foco de investimentos no mundo para as próximas décadas. A Europa poderá possuir 100% de sua geração elétrica proveniente de fontes de baixo carbono até 2050, sem colocar em risco o seu crescimento econômico. O Brasil, que já largou na frente, possui hoje 46% de sua energia proveniente de fontes renováveis. Novas regras da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) estão incentivando  ainda mais investimentos em energias renováveis.  A criação do Sistema de Compensação de Energia, que permite ao consumidor instalar pequenos geradores em sua unidade consumidora e injetar energia na rede em troca de créditos, é uma forma de incentivo.  A regulamentação é válida para geradores que utilizem fontes incentivadas de energia (hídrica, solar, biomassa, eólica e cogeração qualificada).  A nova medida favorece tanto o consumidor, que poderá investir em tecnologias de energias renováveis, com...

Restaurante prepara pratos usando apenas energia solar

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Lapin Kulta Solar Kitchen é itinerante e está viajando por cidades europeias Um novo restaurante mostra como é possível utilizar somente energia solar. O Lapin Kulta Solar Kitchen é um restaurante itinerante cuja cozinha funciona somente com essa energia alternativa. Com isso, os chefs propõe também uma nova maneira de preparo dos alimentos. "Unlike the traditional way of cooking, solar heat affects the taste and texture of the dish in a surprising and positive way" (Ao contrário do modelo tradicional de cozinhar, o calor do sol afeta o gosto e a textura dos alimentos de uma maneira surpreendente e positiva), diz a descrição no  site do restaurante . Com o modelo itinerante, estão visitando várias cidades europeias para apresentar esse novo modelo, passando por Milão, Estocolmo e Helsinque. A viagem começou em abril desse ano, e a equipe deve seguir o sol durante todo o verão europeu. Para que o projeto funcione, é necessária muita flexibilidade, já que o restauran...

Países-ilha trocam petróleo por coco, vento e sol contra mudança climática

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Estados insulares querem se tornar autossuficientes em energia, diz ONU. Ministros fizeram declaração para a Rio+20 sobre uso de novas fontes. Os pequenos países do Pacífico, mais vulneráveis à elevação do nível dos mares, prometeram deixar de lado o diesel e outros combustíveis sujos apontados como responsáveis pelo aquecimento global e substituí-los por fontes limpas. Com o uso de biocombustível de coco e painéis solares, Toquelau - território autônomo que consiste em três pequenas ilhas, entre a Nova Zelândia e o Havaí - planeja se tornar autossuficiente em energia este ano. Líderes de outros pequenos Estados insulares ao redor do mundo assumiram compromissos durante um encontro esta semana, organizado pelo Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas e pelo governo de Barbados. As Ilhas Cook e Tuvalu, no Pacífico, visam a obter toda a sua eletricidade de fontes renováveis a partir de 2020, enquanto São Vicente e Granadinas, no Caribe, pretendem chegar a extrair 60% de...

Obras em hidrelétricas podem atrapalhar meta brasileira de emissões

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A redução de unidades de conservação na Amazônia para fazer um conjunto de hidrelétricas do PAC pode emitir 152 milhões de toneladas de gás carbônico -- mais de 10% da meta brasileira de redução de gases de efeito estufa. O cálculo foi feito pelo Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia), uma ONG de pesquisas de Belém. Um estudo da ONG, que será divulgado nesta sexta-feira, alertou contra a aprovação pela Câmara dos Deputados, prevista para a semana que vem, de uma medida provisória polêmica que cortará 1.500 quilômetros quadrados (o equivalente a uma cidade de São Paulo) de sete áreas protegidas para acomodar os reservatórios das usinas. A chamada MP 558 determina a redução do parque nacional da Amazônia, das florestas nacionais de Crepori, Itaituba 1 e Itaituba 2 e da área de proteção ambiental do rio Tapajós, no Pará, para permitir a construção das usinas do complexo Tapajós. Entre elas está a quarta maior hidrelétrica do Brasil, São Luiz do Tapajós, de 6.133 meg...

Casa sustentável da USP aproveita água da chuva e tem banheiro seco

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Cerca de 40 estudantes da USP estão construindo uma casa sustentável, que só consome a energia que ela própria produz. A casa, batizada pelos alunos de Ekó House, tem painéis solares, sistema de aproveitamento da água da chuva, um aerogel nas paredes que funciona como isolante térmico e banheiro seco (que não usa água na descarga e sim a compostagem). Só no vaso sanitário, a economia de água gira em torno de 150 litros por mês. Até ficar pronto, o projeto, que está 80% concluído, terá consumido R$ 1,5 milhão. O dinheiro veio de empresas. A principal financiadora da ideia é a Eletrobras. "É caro, mas a casa funciona como laboratório de pesquisa sobre construção e desenvolvimento sustentável", diz a arquiteta e mestranda Bruna Mayer de Souza, que participa do projeto. De acordo com ela, a ideia é que a casa fique exposta em junho na USP, com tudo funcionando. "Vai dar para lavar louça e roupa", conta. Depois disso, a casa segue para Madri, onde partic...

Projeto mostra preocupação com economia e ecologia em casa

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Casa na Alemanha traz modelo sustentável de construção Os arquitetos do estúdio alemão de arquitetura  Scheidt Kasprush Architects  desenharam a "Minimum House", um espaço planejado para ser econômico e ecológico. A casa, localizada no sul de Berlim, conta com eficiência energética, telhado verde e construção modular e está a venda. Feita com paredes de vidro para aproveitar a luz solar, a construção conta com isolamento térmico para diminuir gastos energéticos com aquecimento. Fonte: Atitude Sustentável

Lâmpada que dura 20 anos e custa US$ 60 chega às lojas nos EUA

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Uma lâmpada que dura 20 anos e custa US$ 60 (cerca de R$ 110) começou a ser vendida nos Estados Unidos nesta semana. O produto, fabricado pela multinacional Philips, substituiu os tradicionais filamentos por diodos emissores de luz (LED, em inglês). A tecnologia LED aumenta a vida útil das lâmpadas, mas também encarece a mercadoria. Para tentar contornar o problema que pesa nos bolsos dos consumidores, a empresa está oferecendo descontos em algumas lojas. Com eles, a lâmpada especial pode custar até US$ 20 (cerca de R$ 35). Os fabricantes argumentam que apesar do alto custo, o produto pode trazer economias no longo prazo, já que consome menos energia elétrica para funcionar. EFICIÊNCIA ENERGÉTICA O produto venceu a competição Bright Tomorrow ("Amanhã brilhante", em português), promovida pelo ministério de Energia do governo americano, voltado para busca de alternativas mais eficientes à lâmpada comum, de 60 watts, com menor consumo de energia. A Philips foi a ...

Brasil se une aos EUA para criar combustível limpo para aviação

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Boeing e Embraer querem criar centro de pesquisa voltado ao setor. Meta é reduzir emissões de gases e criar aviões mais eficientes. As fabricantes de aeronaves Embraer, do Brasil, e Boeing, dos Estados Unidos, iniciaram oficialmente nesta quarta-feira (25) discussões bilaterais com o objetivo de produzir biocombustíveis para aviação. A meta é criar, no futuro, um centro de pesquisa no país que será referência mundial. As duas grandes companhias aeronáuticas, em parceria com a Fundação de Amparo à pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), devem desenvolver um combustível que emita menos gases de efeito estufa, seja renovável e não prejudique o desempenho de aeronaves que já estão em operação ou de novos jatos que serão desenvolvidos -- seja para aviação comercial ou executiva. As discussões sobre metodologias de pesquisa e quais matérias-primas serão analisadas devem durar nove meses. Um primeiro workshop sobre o assunto acontece até esta quinta-feira (26), em São Paulo...

Brasil e emergentes puxam ascensão da energia eólica, diz relatório

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Brasil lidera no Cone Sul e será responsável pelo crescimento na região. Indústria global vai instalar mais de 46 gigawatts de capacidade neste ano. A indústria de energia eólica global vai instalar mais de 46 GW (gigawatts) de nova capacidade em 2012, dado que faz parte da previsão de crescimento da indústria eólica mundial para os próximos cinco anos. Até o final de 2016, a capacidade total de energia eólica mundial será pouco menor do que 500 GW, diante de um mercado anual de cerca de 60 GW previsto para esse período. Os dados foram divulgados nessa semana no relatório anual do Conselho Global de Energia Eólica (GWEC, na sigla em inglês). De acordo com dados do relatório Global Wind Report 2011, o Brasil vem se estabelecendo como grande mercado internacional, já dominando o latino-americano. Com uma forte base industrial, o país é considerado capaz de abastecer o Cone Sul, e será responsável, em vasta maioria, pelo crescimento regional até 2016. As instalações totais p...

Aneel aprova novas usinas no Amazonas e Mato Grosso

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Informação está no próprio site da agência, agora o próximo passo é a realização dos Estudos de Viabilidade Econômica A construção de sete usinas hidrelétricas com potencial de 2.790 MWh no Amazonas e Mato Grosso já foi aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A reportagem do jornal A CRÍTICA encontrou a informação no próprio site do órgão. Quatro dessas usinas, construídas na bacia do rio Aripuanã, no sudeste do Estado, serão no Estado do Amazonas, na região dos municípios de Novo Aripuanã e Apuí, que não serão atendidos pela geração de energia dos empreendimentos. Em documento assinado pelo superintendente de gestão e estudos hidreoenergéticos da Aneel, Odenir José dos reis, o órgão declara "Aceitar os Estudos de Inventário Hidrelétrico da Bacia Hidrográfica do rio Aripuanã", sub-bacia 15, nos Estados de Mato Grosso e do Amazonas, apresentados pela Empresa de Pesquisa Energética - EPE". A medida sinaliza que o passo será a realização dos Estud...

Brasil é 'líder' em capacidade instalada para geração de energia por biomassa

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Relatório do Pew Environment Group mostra país na décima posição em total de investimentos em energia limpa em 2011. O Brasil foi, pela primeira vez, líder mundial em capacidade instalada para geração de energia por biomassa (obtida a partir de materiais orgânicos como esterco, madeira, resíduos agrícolas e restos de alimentos, entre outros) em 2011. Os dados são do relatório do Pew Environment Group. No ano passado, a capacidade instalada do país nesse setor cresceu 1.9 GW (gigawatts), totalizando 8.7 GW. O Brasil também lidera o ranking mundial em produção de biodiesel, de acordo com o Pew Environment Group, braço ambiental da organização sem fins lucrativos The Pew Charitable Trust, sediada nos Estados Unidos. Segundo o estudo, o país foi o décimo maior investidor em energia limpa no mundo em 2011, com US$ 8 bilhões (R$ 14,6 bilhões) aplicados, um aumento de 15% em relação a 2010. No entanto, apesar de ter investido mais, o Brasil caiu quatro posições no r...

Estádio Pituaçu, em Salvador, tem painéis solares

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Projeto Estádios Solares, do Instituto Ideal, também foi adotado por estádios da Copa Foi inaugurado em Salvador, na Bahia, o primeiro estádio com tecnologia de produção de energia solar. O projeto Estádios Solares foi concebido pelo Instituto Ideal e incorpora uma usina fotovoltaica à edificação. A usina solar de 400kWp foi instalada no telhado do estádio de Pituaçu. Dois estádios da Copa devem usar a mesma tecnologia: o Minerão Solar, em Belo Horizonte, e o Maracanã Solar, no Rio de Janeiro. Fonte: Atitude Sustentável

1º Fórum do Rio Preto

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No dia 23 de Março foi realizado no Distrito de Visconde de Mauá, em Resende, o 1º Fórum do Rio Preto, organizado pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Médio Paraíba do Sul (CBH Médio Paraíba do Sul). Tal encontro teve como premissa a discussão sobre os efeitos que vão trazer para o Rio Preto com a instalação das pequenas centrais hidrelétricas (PCHs). O Rio Preto tem sua nascente no pico das Agulhas Negras e a sua foz no rio Paraíbuna, sendo um importante sub-afluente do rio Paraíba do Sul. O Fórum contou com a participação de representantes da ANEEL, do IBAMA (Instuituto Brasileiro do Meio Ambiente  e dos Recursos Naturais Renováveis), do INEA (Instituto Estadual do Ambiente), do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), do MPF (Ministério Público Federal), representantes da sociedade civil e a comunidade local. Os representantes do governo federal (ANEEL, IBAMA e ICMBio) fizeram uma análise sobre a importância da instalação das PCH's na matriz energ...