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Mostrando postagens com o rótulo Crédito Carbono

Empresas correm para aprovar projetos no mercado de carbono

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Primeiro período de vigência do Protocolo de Kyoto vai até dezembro. Burocracia pode atrapalhar andamento de iniciativas brasileiras. A pouco mais de sete meses do final do primeiro período de vigência do Protocolo de Kyoto, empresas brasileiras dos setores de energia e resíduos sólidos correm para que o governo federal e a Organização das Nações Unidas (ONU) aprovem a tempo projetos voltados à redução das emissões de gases de efeito estufa. O objetivo é captar recursos no mercado de créditos de carbono antes que as regras do protocolo mudem. Entre as iniciativas que aguardam aprovação estão a instalação de equipamentos em aterros que evitam a emissão de gases do tratamento de lixo, a construção de pequenas centrais hidrelétricas ou torres eólicas para geração de energia e o reflorestamento de áreas para sequestro de CO2. O Protocolo de Kyoto é um acordo global para reduzir a emissão de gases estufa, como o dióxido de carbono, para conter o avanço das mudanças climáticas. O ...

Santander e BM&FBovespa fazem parceria em mercado de carbono

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A BM&FBovespa e o Santander Brasil anunciaram nesta quinta-feira uma parceria para o desenvolvimento de novos produtos financeiros ligados a carbono para estimular o mercado de créditos de carbono no Brasil. A Bolsa e o banco informaram que vão avaliar conjuntamente o lançamento de ativos como derivativos de carbono e produtos à vista destinados tanto a compradores brasileiros quanto internacionais. As instituições também oferecerão recomendações para o governo brasileiro sobre as medidas regulatórias necessárias para o lançamento destes produtos. A lei de mudanças climáticas brasileira, assinada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no fim de 2009, pede pela criação de um mercado doméstico de carbono para ajudar o cumprimento da meta nacional de cortar as emissões de gases de efeito estufa entre 36,1% e 38,9% até 2020. A lei não fornece detalhes sobre como será o mercado, mas o governo disse estar desenvolvendo planos para tratar de emissões em 12 setores e que o ...

Obras em hidrelétricas podem atrapalhar meta brasileira de emissões

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A redução de unidades de conservação na Amazônia para fazer um conjunto de hidrelétricas do PAC pode emitir 152 milhões de toneladas de gás carbônico -- mais de 10% da meta brasileira de redução de gases de efeito estufa. O cálculo foi feito pelo Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia), uma ONG de pesquisas de Belém. Um estudo da ONG, que será divulgado nesta sexta-feira, alertou contra a aprovação pela Câmara dos Deputados, prevista para a semana que vem, de uma medida provisória polêmica que cortará 1.500 quilômetros quadrados (o equivalente a uma cidade de São Paulo) de sete áreas protegidas para acomodar os reservatórios das usinas. A chamada MP 558 determina a redução do parque nacional da Amazônia, das florestas nacionais de Crepori, Itaituba 1 e Itaituba 2 e da área de proteção ambiental do rio Tapajós, no Pará, para permitir a construção das usinas do complexo Tapajós. Entre elas está a quarta maior hidrelétrica do Brasil, São Luiz do Tapajós, de 6.133 meg...

'Mundo terá taxa sobre emissões de carbono em dez anos', diz primeiro-ministro de Québec

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Em um prazo de dez anos o mundo terá uma taxa sobre as emissões de carbono, o que vai transformar os negócios e fortalecer a discussão sobre a economia verde, tema central da Rio+20, conferência da ONU sobre desenvolvimento sustentável, que será realizada em junho. A avaliação não parte de nenhum ambientalista, e sim do primeiro-ministro da província de Québec, no Canadá, Jean Charest. Em 1992, quando era ministro do Meio Ambiente, ele chefiou a delegação canadense na Eco-92. "Estamos no momento de reorganizar a economia mundial, e a questão ambiental vai se impor pelo próprio mercado. Nos próximos dez anos, será inevitável a criação de um imposto sobre as emissões", diz Charest, que esteve no Brasil nesta semana para compromissos com ministros e empresários. Segundo ele, já existe uma corrida tecnológica rumo à economia de baixo carbono. Em junho, ele volta ao Brasil para participar da Rio+20. Vai apresentar na cúpula o "Plano Norte", estratégia de desenvol...

Índios suruís venderão carbono com selo verde

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Uma tribo amazônica que até a década passada entregava suas terras à exploração ilegal de madeira será a primeira nação indígena do mundo a faturar com uma nova commodity: o carbono da floresta mantida em pé. Negociação para implantar modelo foi longa Os paiter-suruís, de Rondônia, receberam na semana passada duas certificações internacionais que lhes permitirão fechar contratos para gerar créditos de carbono pelo desmatamento que evitarem em seu território. O projeto explora o chamado Redd (Redução de Emissões por Desmatamento), mecanismo que visa compensar financeiramente a manutenção de florestas tropicais, mitigando o gás carbônico que causa o aquecimento global.  líder da tribo, Almir Narayamoga Suruí, estima que o negócio possa gerar de R$ 2 milhões a R$ 4 milhões por ano até 2038. O dinheiro será aplicado em uma espécie de "fundo soberano" para alavancar atividades econômicas sustentáveis, como o turismo e a produção agrícola nas terras já desmatadas. O Pro...

Usinas polêmicas buscam recursos via ONU

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Duas hidrelétricas na Amazônia que foram criticadas por seus impactos ambientais estão pedindo às Nações Unidas centenas de milhões de dólares justamente pelo motivo inverso -estariam ajudando a salvar o planeta. As usinas de Santo Antônio, em Rondônia (3.150 megawatts), e de Teles Pires, na divisa entre Mato Grosso e Pará (1.820 megawatts), solicitaram à Convenção do Clima da ONU certificação para gerar créditos de carbono. Se levarem, serão os maiores projetos desse tipo no mundo a receber a certificação. Seus empreendedores argumentam que as hidrelétricas ajudam a evitar a emissão de gás carbônico (CO2), que iria para a atmosfera caso o Brasil optasse, digamos, por erguer termelétricas. Segundo cálculos apresentados ao MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo) da convenção, Santo Antônio e Teles Pires, somadas, evitariam a emissão de 75 milhões de toneladas de CO2 em dez anos. E merecem ser compensadas por isso, emitindo créditos a serem comprados por países desenvolvidos com...

Organização propõe usar crédito de carbono para ajudar produtores

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Certificação a agricultores e pagamento pela preservação estão em foco. Recursos seriam aplicados para tornar produção sustentável. O Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), organização que trabalha pelo desenvolvimento sustentável do bioma, lançou nesta quarta-feira (28) análise que aponta uma nova estratégia para manter a floresta em pé e reduzir as mudanças climáticas. A proposta do Ipam, citada na revista "Nature" desta semana, quer unir dois mecanismos já existentes e que apresentam dificuldades de emplacar. Um deles é o comércio de crédito de carbono, pelo qual emissores de CO2 pagam para manter a floresta intacta. Para o instituto, a comercialização não tem sido fácil porque faltam produtores interessados em vender os créditos. Outro mecanismo é a tentativa de alguns agricultores e pecuaristas de tornar suas propriedades sustentáveis para atender padrões internacionais de qualidade. Estes padrões conferem "selos" de certificação, que pode...

Carbono mais 'caro' pode salvar espécies

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Quanto maior o valor de mercado da tonelada de carbono não emitido na atmosfera, mais espécies de plantas e de animais que vivem nas florestas são preservadas. É o que indica um estudo de pesquisadores europeus coordenados por um economista brasileiro. O grupo parte do princípio de que as políticas de crédito de carbono ajudam a manter as florestas em pé. Isso porque o sistema permite que quem tenha preservado suas florestas venda créditos a quem tenha poluído além do que determinam as convenções internacionais. A política começou a ser discutida na primeira reunião do painel do clima da ONU, em 1988. A ideia é que esse tipo de negociação aconteça principalmente entre países ricos (que poluem muito) e os mais pobres (que emitem menos carbono e venderiam seus créditos). A conclusão dos pesquisadores é que quanto mais alto o valor do crédito de carbono no mercado, mais sobrevida ganham as florestas e os animais que vivem nela. Sem as políticas de crédito de carbono, calcu...

Austrália cria imposto para emissão de CO2 pelas empresas

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Fonte: Atitude Sustentável Para diminuir os índices de emissão de CO2 por indústrias e empresas, a Austrália criou um imposto. Uma taxa de aproximadamente R$40 deve ser paga para cada tonelada de CO2 emitida pelas maiores 500 empresas do país.

Projeto AMA

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Fonte: Grupo Petrópolis Lançado em fevereiro de 2010, o Projeto AMA (Área de Mobilização Ambiental) promove ações em prol do Meio Ambiente, visando a preservação e a conscientização da comunidade. Atua nas cidades onde o Grupo Petrópolis possui unidades fabris, ou seja, Boituva/SP, Petrópolis/RJ, Teresópolis/RJ e Rondonópolis/MT.

Governo adia divulgação de plano para cortar emissões de carbono

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Fonte: Folha.com A presidente Dilma Rousseff adiou para abril do ano que vem o prazo para o governo apresentar os planos de corte de emissões de CO2 de 11 setores da economia que integram a meta brasileira de reduções para 2020.

COP 17 avançou pouco em ações de combate ao desmate, dizem ONGs

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Fonte: G1 Redd prevê pagamentos a países para evitar derrubada de vegetação. Desmate florestal representa 17% das emissões de gases de efeito estufa.

Após acordo climático, mercado europeu de carbono sofre baixa

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Fonte: G1 Cotação de créditos de carbono operou em ligeira queda nesta segunda. Países acordaram sobre a criação de plano global para reduzir emissões.

Cozinhe e ganhe créditos de carbono

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Fonte: Atitude Sustentável Produto conceitual demonstra como o crédito de carbono  poderá ser utilizado em casa no futuro