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Mostrando postagens com o rótulo Agricultura

Agroenergia é destaque na matriz energética do Brasil

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                                 O Brasil tem sido exemplo mundial no uso de energias renováveis ao manter em 46% de sua  matriz energética  originada de fontes renováveis.  Os biocombustíveis – etanol e biodiesel -  serão, nos próximos 20 anos, o grande destaque na oferta de energias renováveis. Estimativas indicam que  nos próximos cinco anos a produção poderá atingir 60 milhões de litros de etanol. Quanto ao biodiesel, ao se considerar a capacidade industrial, há possibilidades de se alcançar até 11 bilhões de litros, também para 2017, a depender de matéria-prima e da regulação do mercado. A agroenergia tem a vantagem de ser a fonte de energia com maior potencial de expansão no curto prazo. Se forem resolvidas as questões socioambientais que a envolvem, a atividade será a vitrine da matriz brasileira, se tratando de geração energética renovável, com geração de renda, in...

Pesquisa encontra resto de inseticida em golfinhos no litoral brasileiro

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Cientistas analisaram amostras de fígados, placentas e leite de toninha. Descoberta indica contaminação da cadeia alimentar marinha. Estudo publicado na revista "Environment International" aponta que golfinhos do litoral brasileiro estão contaminados por piretroides, compostos usados como inseticidas. Segundo explica Mariana Alonso, pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) que liderou a pesquisa, o golfinho está no topo da cadeia alimentar que, portanto, é composta por outros seres vivos que também devem estar contaminados por essas substâncias (por exemplo, uma alga recebe o piretroide da água e é comida por um camarão, que é comido por um peixe, que serve de alimento para o golfinho). A novidade da pesquisa de Mariana é que antes se pensava que os piretroides se decompunham. Esses inseticidas são usados tanto pela população urbana, por meio, por exemplo, de tomadas antimosquito, como também em atividades rurais. No armazenamento de grãos, p...

Governo do RS promove "chuva de pinhões" para preservar araucária

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Em uma tentativa de recuperar florestas de araucária, árvore típica do Sul, sementes da planta foram despejadas por avião na segunda-feira (9) em campos do interior gaúcho. A operação, batizada de "chuva de pinhões", foi realizada pela Secretaria do Ambiente do Estado em Campinas do Sul (399 km de Porto Alegre). Cerca de 220 mil sementes da espécie foram carregadas em um pequeno avião que sobrevoou duas ilhas de uma hidrelétrica da região. A área para o cultivo foi cedida pela empresa responsável pela usina, a Tractebel. Segundo a secretaria, a expectativa é que até 20% dos pinhões se desenvolvam. "Vingando 500 mudas por hectares, atingimos nossos objetivos", disse Roberto Ferron, diretor do Departamento de Florestas e Áreas Protegidas. Ele diz que o despejo de sementes por avião pode ser mais eficiente e menos trabalhoso do que o plantio manual. O objetivo é lançar 10 milhões de sementes em dois anos. Alunos e professores da Universidade Federal de Sant...

Ações humanas pré-industriais impactaram clima, diz estudo

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Desmatamento para avanço agrícola teria provocado emissões de carbono. Efeito é prolongado e ainda é sentido, embora seja relativamente pequeno. As emissões de carbono, apontadas hoje como principais agentes da mudança climática, têm como principal fonte a queima de combustíveis fósseis – como o carvão e o petróleo. No entanto, um estudo publicado na última edição da revista científica "Environmental Research Letters" indica que o homem começou a provocar essas emissões antes mesmo de montar as primeiras indústrias. A origem dessas emissões pré-industriais está na agricultura. Assim como ainda acontece hoje em dia, as sociedades mais antigas abriam espaço na floresta para abrir espaço para o cultivo. O corte e a queima de árvores leva à emissão de gás carbônico. Mesmo anos – e até séculos – após a retirada das árvores, as raízes e a madeira continuam emitindo carbono na atmosfera. Por isso, esse desmatamento ainda provoca efeitos sobre o clima da Terra. Os autore...

Clima mais quente já afeta tamanho de plantas na Austrália, diz estudo

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Mudança de temperatura no país reduziu largura de folha em 2 mm. Segundo cientistas, vegetais se adaptam à nova realidade do planeta. A mudança climática já afeta espécies de plantas da Austrália, alterando o tamanho das folhas. É o que aponta uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Adelaide, na Austrália, divulgada na noite desta terça-feira (3) no site da Sociedade Real Britânica pela publicação "Biology Letters". Segundo o estudo, foram analisadas exemplares da planta popularmente conhecida como vassoura-do-campo, subespécie angustissima (Dodonaea viscosa subsp. Angustissima). Foram feitas comparações com amostras recolhidas entre 1880 até o presente momento, encontradas nas montanhas Flinders, no Sul da Austrália. A análise revelou uma diminuição de 2 milímetros na largura da folha (em um total avaliado que variava de 1 a 9 milímetros) ao longo de 127 anos. Entre 1950 e 2005, houve um aumento de 1,2ºC nas temperatuas máximas no Sul da Aust...

Ruralista é relator de MP que reforma Código Florestal

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O Congresso Nacional instalou comissão mista – formada por 13 senadores e 13 deputados e um número igual de suplentes da Câmara e Senado - para analisar a MP (medida provisória) 571, editada pelo governo para preencher lacunas deixadas com os vetos feitos ao projeto que reforma o Código Florestal. A relatoria fica a cargo do ruralista Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC) – indicado pelo PMDB do Senado. No próximo dia 12, será apresentado o plano de trabalho e a perspectiva dos parlamentares da comissão é divulgar o relatório final antes do término da Rio+20, Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, que ocorre no Rio de Janeiro, de 13 a 22 de junho. A presidência ficou com o indicado pela liderança do PT na Câmara, o deputado Elvino Bohn Gass (RS), ligado à agricultura familiar. No cargo de relator-revisor, a indicação é da bancada do PMDB na Câmara, Edinho Araújo (SP), e o vice-presidente será o ambientalista Jorge Viana (AC). Viana e Luiz Henrique já tinham aprese...

Ruralistas vão propor "área de preservação mundial" na Rio+20

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A senadora Kátia Abreu (DEM-TO), líder dos ruralistas no Senado, afirmou que lançará, na Rio+20, uma proposta de criação de um conceito mundial de APP (Área de Preservação Permanente) nas margens dos rios. A ideia é que as APPs, que servem para proteger as matas ciliares, sejam incorporadas por produtores rurais de todo o mundo. Segundo Abreu, durante a Rio+20 será realizado um debate com cientistas para definir o conceito da "APP mundial". Entre eles, especialistas da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), da Agência Nacional de Águas e pesquisadores internacionais. "As pessoas discutem questões relacionadas ao acesso à água, mas ninguém debate a necessidade de preservação das fontes da água. Sobre esse tema, a ideia é debater o conceito e não a questão das metragens", disse a senadora, que é presidente da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil). Mas as APPs, que funcionam como um mecanismo de proteção natural contra erosão ...

Ruralistas já preparam 50 emendas à MP do Código Florestal

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O governo convidou dois parlamentares aliados para liderar a comissão mista que analisará a medida provisória do Código Florestal. O relator da proposta deverá ser o senador Luiz Henrique (PMDB-SC), e o presidente da comissão, o deputado Elvino Bohn Gass (PT-RS). O objetivo do Planalto é evitar que a bancada ruralista desfigure a MP 571, que preenche as brechas deixadas pelos 12 vetos de Dilma Rousseff ao código e restaura em sua maior parte a proposta do Senado para a lei. Os ruralistas já tinham ontem 50 emendas à MP prontas para apresentação. A comissão pode ser instalada amanhã, e terá 60 dias, prorrogáveis por mais 60, para apreciar a MP. O prazo para apresentar emendas vai até segunda-feira. Fonte: Folha.com #codigoflorestal

Governo prepara projeto de incentivo aos orgânicos

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O governo anuncia nas próximas semanas medidas para estimular a produção de alimentos orgânicos, mercado que movimenta mais de R$ 100 bilhões no mundo. O foco do plano é alavancar a produção nacional de orgânicos e tornar a agricultura tradicional brasileira mais sustentável. Para isso, o Executivo vai ampliar o volume de crédito disponível, reduzir juros, estimular o desenvolvimento de tecnologia e atrair novos consumidores. Um dos desafios é intensificar a cultura do consumo e reduzir o preço nas gôndolas de supermercado, em média 30% mais altos, segundo dados da Associação Brasileira de Orgânicos, a Brasilbio. A Folha teve acesso a detalhes da proposta em discussão pelo governo. Serão ampliados os limites de financiamento com juros mais baixos e fixados prazos mais longos de pagamento. Uma das linhas permitirá empréstimos de até R$ 1 milhão de reais por produtor com taxa anual de 6,75%. Os ministérios da Agricultura e da Ciência e Tecnologia também anunciarã...

Um terço dos alimentos consumidos pelos brasileiros está contaminado por agrotóxicos

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Há três anos o Brasil ocupa o primeiro lugar no ranking de consumo de agrotóxicos no mundo. Um terço dos alimentos consumidos cotidianamente pelos brasileiros está contaminado pelos agrotóxicos, segundo alerta feito pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), em dossiê lançado durante o primeiro congresso mundial de nutrição que ocorre no Rio de Janeiro, o World Nutrition Rio 2012, que termina nesta terça-feira (1º). O documento destaca que, enquanto nos últimos dez anos o mercado mundial de agrotóxicos cresceu 93%, o brasileiro aumentou 190%. Em 2008, o Brasil ultrapassou os Estados Unidos e assumiu o posto liderança, representando uma fatia de quase 20% do consumo mundial de agrotóxicos e movimentando, só em 2010, cerca de US$ 7,3 bilhões - mais que os EUA e a Europa. A primeira parte do dossiê da Abrasco  faz um alerta sobre os impactos dos agrotóxicos na saúde e na segurança alimentar. A segunda parte, com enfoque no desenvolvimento e no meio ambiente, terá se...

Fertilizantes podem fortalecer mudança climática, diz estudo

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Uso do produto leva à emissão de óxido nitroso, que causa efeito estufa. Nitrogênio de combustíveis fósseis também pode afetar o clima. Uma pesquisa norte-americana publicada nesta segunda-feira (30) aponta que as emissões de nitrogênio também podem provocar a mudança climática. Geralmente, as emissões de carbono são tidas como as principais responsáveis pelo fenômeno. O nitrogênio é um elemento importante na composição dos fertilizantes. Fixado no solo, ele altera o ecossistema e, em longo prazo, isso aumenta as emissões de óxido nitroso (N20) na atmosfera. Esse gás é um dos responsáveis pelo efeito estufa, e seu excesso pode provocar aquecimento exagerado. Por outro lado, os combustíveis fósseis contêm outras substâncias com o nitrogênio na fórmula. Na queima dos combustíveis, esses gases são emitidos e provocam alterações químicas na atmosfera que tendem a resfriar o planeta. De toda forma, isso não serve para anular os efeitos do aquecimento global, e a maior preocup...

Câmara aprova texto-base do novo Código Florestal

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Texto tem pontos defendidos por ruralistas que haviam caído no Senado. PT defendia aprovar o texto do Senado, mas não obteve maioria. A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (25) o texto-base do projeto que modifica o Código Florestal, com pontos defendidos por ruralistas e sem as mudanças feitas a pedido do governo na versão que havia sido aprovada no Senado. O texto agora não volta mais para o Senado. Depois que a votação for concluída na Câmara (até as 19h30, ainda estavam sendo votados destaques que poderiam mudar alguns pontos específicos), a proposta irá direto para a sanção da presidente Dilma Rousseff, que tem o direito de vetar o projeto na íntegra ou em partes. O texto-base foi aprovado com 274 votos a favor, 184 contra e duas abstenções. O relator, deputado Paulo Piau (PMDB-MG), retirou pontos que tornavam o texto "ambientalista", na visão dos ruralistas. A única vitória do governo foi a manutenção de um ponto aprovado no Senado que pre...

Brasil é 'líder' em capacidade instalada para geração de energia por biomassa

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Relatório do Pew Environment Group mostra país na décima posição em total de investimentos em energia limpa em 2011. O Brasil foi, pela primeira vez, líder mundial em capacidade instalada para geração de energia por biomassa (obtida a partir de materiais orgânicos como esterco, madeira, resíduos agrícolas e restos de alimentos, entre outros) em 2011. Os dados são do relatório do Pew Environment Group. No ano passado, a capacidade instalada do país nesse setor cresceu 1.9 GW (gigawatts), totalizando 8.7 GW. O Brasil também lidera o ranking mundial em produção de biodiesel, de acordo com o Pew Environment Group, braço ambiental da organização sem fins lucrativos The Pew Charitable Trust, sediada nos Estados Unidos. Segundo o estudo, o país foi o décimo maior investidor em energia limpa no mundo em 2011, com US$ 8 bilhões (R$ 14,6 bilhões) aplicados, um aumento de 15% em relação a 2010. No entanto, apesar de ter investido mais, o Brasil caiu quatro posições no r...

Notícias da Rio+100: aposto que o clima muda antes de nós

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Os principais jornais do mundo têm uma coluna relembrando fatos passados: há 50 anos, há 100 anos… Há algum tempo, com a ajuda de amigos, fiz um exercício inverso, de futurologia: daqui a 80 anos, quando estaremos – provavelmente – nos reunindo de novo, em uma nova conferência sobre desenvolvimento sustentável, para ver o que deu errado no meio do caminho (isso, é claro, se os maias não estiverem certos…) Algumas são mais verossíveis, outras nem tanto. Mas se alguém dissesse, há 80 anos, que nossa geração seria responsável por jogar o planeta no vaso sanitário e dar a descarga, quem acreditaria? O clima do planeta está mudando. Podemos até minimizar os impactos, mas a vida não será mais a mesma. Não dá para prever exatamente como será a realidade de nossos filhos e netos e mesmo daqueles entre nós que ainda estarão vivos neste novo mundo do final do século. O que é possível prever, certamente, é que vão culpar a nós pelo que fizemos e o que deixamos de fazer, pelo nosso consumismo...

Produtos naturais ganham mercado e substituem fertilizantes e agrotóxicos

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Embrapa vai lançar orgânicos e espera ganhar 20% do mercado. Outra tecnologia nacional troca agrotóxicos por vespas e conquista produtor. Quarto maior consumidor de fertilizantes e um dos líderes mundiais no uso de agrotóxicos, o Brasil começa a expandir duas novas tecnologias naturais para aumentar a fertilidade dos solos e combater pragas. Resultado de pesquisas nacionais, os fertilizantes orgânicos da Embrapa e o controle de pragas com uso de vespas e ácaros, da empresa brasileira BUG, são opções sustentáveis que garantem a produtividade e saúde da lavoura. A primeira novidade será lançada pela Embrapa no início de abril e deve estar disponível no mercado em breve. A partir de resíduos agroindustriais poluentes, como fezes de porco, a empresa desenvolveu dois tipos de fertilizantes orgânicos, tão eficientes quanto os tradicionais segundo a Embrapa. Por reaproveitar os resíduos, a tecnologia é considerada um tipo de reciclagem. Um dos fertilizantes já t...

Cacau vira 'arma' da agricultura contra desmatamento da Amazônia

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Pará introduz manejo da matéria-prima do chocolate contra desmatamento. São Félix do Xingu é segundo maior produtor do fruto no país. O cacau, original da Amazônia e que prosperou em outras terras brasileiras, foi reintroduzido na região amazônica por agricultores interessados em melhorar sua renda e reflorestar áreas devastadas. A planta que dá origem ao fruto, matéria-prima do chocolate, cresce com facilidade na floresta e gera um alto lucro financeiro, motivo pelo qual se transformou em alternativa para os produtores que antes destruíam a Amazônia para aumentar os pastos para a criação de gado. "Vimos que a pecuária não era viável porque tínhamos que queimar mais floresta para manter a produção. O cacau nos oferece hoje uma renda maior que o gado", disse Altamiro Pereira Lorenzo, que há dez anos semeou 3 mil plantas de cacau em sua propriedade de 62 hectares no município de São Félix do Xingu, estado do Pará. A substituição de gramados por cacau foi rápida em ...

Organização propõe usar crédito de carbono para ajudar produtores

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Certificação a agricultores e pagamento pela preservação estão em foco. Recursos seriam aplicados para tornar produção sustentável. O Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), organização que trabalha pelo desenvolvimento sustentável do bioma, lançou nesta quarta-feira (28) análise que aponta uma nova estratégia para manter a floresta em pé e reduzir as mudanças climáticas. A proposta do Ipam, citada na revista "Nature" desta semana, quer unir dois mecanismos já existentes e que apresentam dificuldades de emplacar. Um deles é o comércio de crédito de carbono, pelo qual emissores de CO2 pagam para manter a floresta intacta. Para o instituto, a comercialização não tem sido fácil porque faltam produtores interessados em vender os créditos. Outro mecanismo é a tentativa de alguns agricultores e pecuaristas de tornar suas propriedades sustentáveis para atender padrões internacionais de qualidade. Estes padrões conferem "selos" de certificação, que pode...

Mercado não resolve problemas ambientais, diz representante do MST

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O representante da Via Campesina e do MST/RJ (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), Marcelo Durão, disse que os problemas ecológicos, do ambiente, do trabalho e das cidades não são resolvidos pelo mercado ou pelas "falsas soluções" que ele apresenta. Durão pretende fazer na Cúpula dos Povos, que ocorrerá paralelamente à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, em junho próximo, no Rio, uma reflexão sobre as causas estruturais do sistema econômico que vigora hoje no mundo e como elas afetam os territórios, tanto nas cidades quanto no campo. Durante a cúpula, que se estenderá de 15 a 23 de junho, as diversas ONGs (organizações não governamentais) brasileiras e internacionais planejam apresentar experiências concretas que os povos vêm fazendo em todo o mundo. "E que, para nós, são as verdadeiras soluções de preservação ambiental e de respeito (ao ambiente), que socializam a riqueza e fazem uma lógica totalmente diferente d...

Como construir uma horta sem cavar

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Como montar uma horta de maneira mais simples na sua casa Quer ter uma horta em casa com pouco trabalho? Uma ideia é fazer uma horta sem cavar, ou seja, sem danificar o solo ou grama do seu jardim. Veja abaixo o que você precisa e como fazer: Material: material para cercar (pode ser sarrafos de madeira ou outro material que você já tenha em casa) jornal palha fertilizante orgânico estrume composto orgânico mudas Como fazer: 1. Escolha um local adequado e ensolarado no seu jardim para montar a horta. 2. Pense no tamanho do canteiro e delimite com o material escolhido. Pode ser madeira, tijolos, troncos, pedras… enfim, escolha aquilo que você já tiver em casa! 3. Dica para remover ervas daninhas: cubra o terreno do canteiro com uma camada de cerca de um centímetro de jornal úmido. 4. Em seguida, é só cobrir o jornal com camadas dos outros materiais na seguinte ordem: palha, fertilizante orgânico, palha, esterco, palha e composto orgânico. 5. Regue e deixe...

Florestas tropicais na África podem ter virado savanas por ação humana

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Plantio e fundição de ferro há 3 mil anos podem ter gerado transformação. Estudo sobre o tema foi divulgado na revista 'Science'. Um grupo de pesquisadores franceses afirma que a transformação das florestas tropicais no centro do continente africano em savanas, ocorrida há 3 mil anos, pode ter sido influenciada pela presença humana. O estudo foi divulgado na revista 'Science'. Durante anos, os cientistas explicaram a transição como uma consequência apenas das mudanças climáticas que o planeta sofreu. Agora, os pesquisadores acreditam que uma alteração tão drástica não poderia ser apenas ação da natureza e precisaria contar com a participação humana. O grupo analisou os sedimentos marinhos a 914 metros de profundidade no estuário do Rio Congo. A região serve como registro histórico dos últimos 40 mil anos de formações geológicas na região. Há três milênios, esses depósitos estiveram sob forte influência química, que provocou a quebra de rochas e minerais. Na...